icons.title signature.placeholder Felipe Mendes, enviado especial*
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04/07/2013
14:08

A contratação de Mari pelo Banana Boat/Praia Clube, anunciada nesta quinta-feira de forma oficial, tem como objetivo suprir a carência do passe da equipe já que a cubana Herrera não é uma ponteira-passadora. Em Kazan, na Rússia, para atuar como auxiliar técnico de Hélio Griner na Seleção Brasileira feminina que vai disputar a Universíade, o treinador da equipe mineira, Spencer Lee, disse que sua ideia é aproveitar a campeã olímpica na posição de oposta.

- A princípio, tenho a Kim Glass (americana), a Herrera, a Michelle e a Isabela para jogarem na ponta. A Mari se encaixa com a Monique na função de oposta. São jogadoras parecidas que compõem a nossa linha de passe. Este ano devemos trabalhar com uma ponteira que não passa. Nossa intenção será explorar o melhor de cada uma, estudando todas as possibilidades. E, assim, descobrir a melhor formação - disse Lee.

O treinador lembrou que esta será a primeira vez que o Praia Clube irá trabalhar com uma campeã olímpica. Ressaltando que o projeto mineiro, em seu sexto ano de existência, começa a mostrar o desejo de ser protagonista na Superliga, Lee fez muitos elogios a Mari. Destacou a experiência internacional da jogadora e que, com ela no grupo, com certeza sua equipe terá ambição para brigar pelos títulos.

Mas o comandante do Praia Clube é cauteloso. Ele sabe que Mari ainda se recupera de cirurgia e terá calma para utilizar a jogadora na Superliga.

- Este ano a competição vai começar no dia 27 de setembro e irá até abril do próximo ano. Será mais longa, o que vai permitir que as atletas que não estejam no seu melhor momento no início do torneio tenham a oportunidade de se recuperarem até a fase final. Não é apenas o caso da mari. A Herrera também operou. Teremos atenção especial com essas duas jogadoras - finalizou Lee.

* O repórter viaja a convite da CBDU

A contratação de Mari pelo Banana Boat/Praia Clube, anunciada nesta quinta-feira de forma oficial, tem como objetivo suprir a carência do passe da equipe já que a cubana Herrera não é uma ponteira-passadora. Em Kazan, na Rússia, para atuar como auxiliar técnico de Hélio Griner na Seleção Brasileira feminina que vai disputar a Universíade, o treinador da equipe mineira, Spencer Lee, disse que sua ideia é aproveitar a campeã olímpica na posição de oposta.

- A princípio, tenho a Kim Glass (americana), a Herrera, a Michelle e a Isabela para jogarem na ponta. A Mari se encaixa com a Monique na função de oposta. São jogadoras parecidas que compõem a nossa linha de passe. Este ano devemos trabalhar com uma ponteira que não passa. Nossa intenção será explorar o melhor de cada uma, estudando todas as possibilidades. E, assim, descobrir a melhor formação - disse Lee.

O treinador lembrou que esta será a primeira vez que o Praia Clube irá trabalhar com uma campeã olímpica. Ressaltando que o projeto mineiro, em seu sexto ano de existência, começa a mostrar o desejo de ser protagonista na Superliga, Lee fez muitos elogios a Mari. Destacou a experiência internacional da jogadora e que, com ela no grupo, com certeza sua equipe terá ambição para brigar pelos títulos.

Mas o comandante do Praia Clube é cauteloso. Ele sabe que Mari ainda se recupera de cirurgia e terá calma para utilizar a jogadora na Superliga.

- Este ano a competição vai começar no dia 27 de setembro e irá até abril do próximo ano. Será mais longa, o que vai permitir que as atletas que não estejam no seu melhor momento no início do torneio tenham a oportunidade de se recuperarem até a fase final. Não é apenas o caso da mari. A Herrera também operou. Teremos atenção especial com essas duas jogadoras - finalizou Lee.

* O repórter viaja a convite da CBDU