icons.title signature.placeholder Igor Siqueira
24/06/2014
21:16

A decisão do COL de poupar o gramado do Maracanã antes do confronto entre França e Equador não foi muito bem aceita pelo técnico francês, Didier Deschampas. O treinador admitiu que a medida, ainda que tenha sido por um bom motivo, causou alguns transtornos à seleção.

- É um estádio que não conhecemos. Vir aqui na véspera da partida sentir o ambiante é um pouco de um cerimonial para os jogadores. É importante, porque o gramado está sofrendo. Acho que essa decisão traz alguns transtornos, precisamos reorganizar o dia da véspera de jogo - afirmou Deschamps, em coletiva na noite desta terça.

Sem o Maracanã, a França treinou no Engenhão. E a distância entre um estádio e outro causou até a mudança no jogador que participou da entrevista ao lado do treinador. O goleiro Lloris era esperado, mas, segundo a assessoria de imprensa da Federação Francesa, ele precisou ficar até o final do treino e não teria como chegar no horário. Por isso, Cabaye, que nem vai jogar nesta quarta-feira contra os equatorianos, porque está suspenso, foi o escolhido.

Por falar na suspensão de Cabaye, ele será apenas um dos titulares ausentes na terceira partida dos Bleus na Copa. Deschamps vai poupar alguns jogadores, mas não deu muitas dicas.

- Considerei os jogadores que já jogaram. Este não é um jogo sem pressão, mas um jogo de Copa do Mundo. Não vamos banalizar este jogo. Queremos manter tudo o que fizemos até agora. Temos que terminar o trabalho, classificar em primeiro - avisou o treinador.

Apesar do mistério, a tendência é que a França vá a campo Lloris; Sagna, Sakho, Koscielny e Digne; Matuidi, Schneiderlin e Pogba; Sissoko e Griezmann; Benzema.