icons.title signature.placeholder Caio Carrieri, Eduardo Mendes, Maurício Oliveira e Thiago Salata
03/07/2014
20:19

A primeira partida em Copas do Mundo entre Brasil e Colômbia decide principalmente o destino das seleções no Mundial, mas também coloca em jogo o longo tabu cafetero diante da Seleção, que não é derrotada pelo adversário de hoje à tarde desde 1991.

Na primeira fase da Copa América daquele ano, uma das melhores gerações colombianas venceu por 2 a 0, em Santiago, no Chile. Desde então, as equipes se enfrentaram 11 vezes, com seis vitórias brasileiras e cinco empates. O último duelo, em novembro de 2012, em Nova Iorque (EUA), terminou em 1 a 1– Neymar isolou um pênalti.

– Acho que o segredo é não pensar em situações anteriores, tem de olhar pra frente. Para a Colômbia cada jogo é um novo desafio, não podemos pensar no que já passou, no que diz respeito a nós e ao Brasil. É sempre preciso acreditar no Brasil, tem um grande futebol, temos que jogar nosso jogo e seguir, esse é o ponto crucial, não partir de que o jogo tem um favorito. É preciso enfrentá-los como todos os outros adversários – declarou o ponderado argentino José Pékerman, técnico rival.

Sem nenhum jogador suspenso ou machucado, o treinador faz mistério sobre a escalação do seu time.

– Com relação às possibilidades, estamos trabalhando desde o começo do Mundial. Amanhã (sexta) vamos definir a equipe, mas continuaremos com o mesmo espírito de fazer os gols – complementou.

O lateral-direito Zuniga elogia Pékerman, no cargo desde 2012, e repete alguns lemas do comandante para o confronto desta tarde.
– A chegada do professor à seleção nos serviu muito. Saímos para jogar em qualquer estádio, estamos acreditando em nós. Com a bola, a Colômbia tem que se divertir no campo, mas com responsabilidade.