icons.title signature.placeholder Gabriel Carneiro
12/04/2014
11:05

Oswaldo de Oliveira tornou-se um técnico badalado muito cedo. Auxiliar de Vanderlei Luxemburgo, que trocou o Corinthians pela Seleção Brasileira no fim de 1998, assumiu o clube da capital e ganhou três títulos em menos de dois anos, inclusive o Paulistão de 1999, sua primeira conquista. Seus trabalhos seguintes, no entanto, não provaram a fama, e ele ficou “no quase” várias vezes. Apesar do Supercampeonato paulista, em 2002, pelo São Paulo, precisou de uma reciclagem na carreira.

E a fez no Japão, entre 2007 e 2011, com sete títulos, sendo três nacionais seguidos pelo Kashima Antlers, uma marca inédita no futebol do país. Quando se sentiu preparado, retornou para um projeto de longo prazo no Botafogo, onde foi finalista do Campeonato Carioca em 2012 e campeão no ano seguinte. Conflitos políticos e a crise financeira do time carioca causaram a saída do treinador do Botafogo e abriram as portas para seu retorno ao Santos, clube que havia dirigido em 2005, sem nenhum sucesso.

Com o elenco repleto de garotos e só uma contratação de peso, que foi o atacante Leandro Damião, então em baixa no Inter, Oswaldo de Oliveira montou uma equipe ofensiva e se classificou em primeiro lugar na fase de grupos do Paulistão. No mata-mata, confirmou a campanha até a final. E, apesar da derrota inesperada no primeiro jogo, mantém a fé em seu segundo título consecutivo.

– Eu estou muito confiante, porque os jogadores pegaram bem o que tentei passar, inclusive na questão motivacional. Já tive sucesso com essa participação mais efusiva, eficiente, e estou preparando o time – afirma o técnico, que usa vídeos motivacionais durante suas palestras.

No que depender do arquivo de imagens e títulos de Oswaldo, o Santos vai bem motivado para a final.

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