icons.title signature.placeholder Marcello Vieira
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31/07/2013
11:45

Definitivamente, nos dias de hoje, uma das principais fontes de receita do Fluminense parte dos associados. Em balanço divulgado pela instituição, o clube arrecadou R$ 7 milhões com o quadro de sócios no primeiro semestre. O valor é inferior apenas aos montantes recebidos pela venda de jogadores e cotas de televisionamento. Entretanto, como essas estão em grande parte penhoradas - cerca de R$ 21 milhões - e dependendo de um acordo com a Procuradoria da Fazenda Nacional, os sócios tornaram-se o ativo principal do Tricolor.

Cabe referendar que este valor ainda não considera o impacto do retorno ao Maracanã. O LANCE!Net apurou que além do crescimento de adesões superior a mil associados, muitos sócios quitaram as dívidas e ficaram em dia para comparecer ao Maraca, o que provocou um salto na receita já no mês de julho. A previsão da diretoria é fechar o ano com R$ 14 milhões, provenientes dos associados. Contudo, há expectativa para que o número seja até superior à projeção. No ano passado, o Flu lucrou R$ 11,7 milhões com a categoria.

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Desconsiderando as penhoras, que o L!Net já mostrou que o Fluminense está muito próximo de conseguir um acordo pela liberação, o Tricolor fecharia o semestre com um inédito superávit de R$ 1,8 milhão, valor comemorado pela gestão Peter Siemsen.

Com a palavra - Fabio Dib - Tesoureiro do Fluminense

A receita aumenta em 2009 e 2010 quando a Flusócio lança a campanha de democratização do clube para trazer novos sócios e eleger o Peter. Ela estoura em 2012 com lançamento do programa Pacote Futebol, que deu acesso aos jogos para o contribuinte que paga mais 10,00 e dispara com o lançamento do Sócio FUtebol em 2013. A receita do semestre é maior do que as anuais de 97 até 2009.


Definitivamente, nos dias de hoje, uma das principais fontes de receita do Fluminense parte dos associados. Em balanço divulgado pela instituição, o clube arrecadou R$ 7 milhões com o quadro de sócios no primeiro semestre. O valor é inferior apenas aos montantes recebidos pela venda de jogadores e cotas de televisionamento. Entretanto, como essas estão em grande parte penhoradas - cerca de R$ 21 milhões - e dependendo de um acordo com a Procuradoria da Fazenda Nacional, os sócios tornaram-se o ativo principal do Tricolor.

Cabe referendar que este valor ainda não considera o impacto do retorno ao Maracanã. O LANCE!Net apurou que além do crescimento de adesões superior a mil associados, muitos sócios quitaram as dívidas e ficaram em dia para comparecer ao Maraca, o que provocou um salto na receita já no mês de julho. A previsão da diretoria é fechar o ano com R$ 14 milhões, provenientes dos associados. Contudo, há expectativa para que o número seja até superior à projeção. No ano passado, o Flu lucrou R$ 11,7 milhões com a categoria.

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Com a palavra - Fabio Dib - Tesoureiro do Fluminense

A receita aumenta em 2009 e 2010 quando a Flusócio lança a campanha de democratização do clube para trazer novos sócios e eleger o Peter. Ela estoura em 2012 com lançamento do programa Pacote Futebol, que deu acesso aos jogos para o contribuinte que paga mais 10,00 e dispara com o lançamento do Sócio FUtebol em 2013. A receita do semestre é maior do que as anuais de 97 até 2009.