icons.title signature.placeholder Ivo Felipe
21/12/2013
11:30

A Seleção Brasileira feminina de handebol havia vencido a Dinamarca na primeira fase do Mundial por 23 a 18. Obra puramente da má jornada dinamarquesa, segunda as atletas do país nórdico. Soberba que irritou as jogadoras verde e amarelas antes da semifinal do Mundial, também vencida pelo Brasil, na última sexta-feira, por 27 a 21.

- Nós ouvimos antes do jogo que as dinamarquesas disseram que erraram muito no primeiro jogo e que não conseguiriam jogar tão mal de novo. E a gente mostrou para elas que elas erram e erram porque nós somos boas. A gente mostrou isso para o mundo todo - desabafou Duda Amorim.

A confiança das dinamarquesas veio após as duas vitórias em sequência do revés sofrido para o Brasil. Assim que foi derrotado pelo time nacional, a Dinamarca eliminou as vice-campeãs olímpicas, de Montenegro, por 22 a 21, nas oitavas de final. Depois, foi a vez de eliminarem as alemãs, 31 a 28. Até que encontraram o Brasil pela segunda vez...

- Queria parabenizar as brasileiras. Acho que nós jogamos muito bem nesta sexta, mas o melhor time venceu. Elas são muito mais fortes do que nós. Tentamos ser melhores, mas não foi possível. Tenho certeza de que os dois melhores times do campeonato estão na final - disse Jan Pytlik, técnico dinamarquês.

A seleção dinamarquesa completará, desta forma, dez anos sem um título de grande expressão. O país mais tradicional do handebol mundial não vence uma competição de calibre desde 2004, quando sagrou-se campeã olímpica em Atenas. Naquela ocasião, foi o terceiro título olímpico seguido das nórdicas.

A equipe disputará o terceiro lugar do Mundial Feminino da Sérvia também no domingo, às 11h30 (de Brasília), na Arena Belgrado. A adversária será a Polônia, superada pela Sérvia nesta sexta-feira por 24 a 18.