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12/12/2013
07:00

Melhor time da Europa, o Bayern de Munique acabou sendo derrotado em casa para o Manchester City, pela fase de grupos da Uefa Champions League e os jogadores do Atlético-MG, já em Marrocos, viram que Guardiola e Cia. também podem ser derrotados, mesmo em casa. Jô ainda lembrou que o SuperBarça de 2006, com Ronaldinho, era considerado imbatível, mas perdeu para o Internacional.

- Acompanhei, no futebol nao existe time imbatível, vimos em outros anos. O Ronaldo é exemplo disso, o Barcelona em 2006 era um time que ninguém podia ganhar, tinha o Ronaldinho duas vezes melhor do mundo, mas foi batido. Não tem isso. Dentro de campo é 11 contra 11, mas temos um adversário na semifinal ainda.

Falando da semifinal, o Galo agora espera o duelo entre Monterrey-MEX e Raja Casablanca-MAR, já que o time da casa venceu o Auckland City-AUS por 2 a 1 na estreia no Mundial. Até lá, o foco será nos treinos diários no Marrocos, e a parte de preparação mental ocupará grande espaço.

- Sem dúvida, mais do que tiro curto, são só dois joguinhos para você conquistar o mundo. O pscicológico tem de estar bem, 100% fisicamente, não podemos cometar erros. Isso vem trabalhado, viemos antes, para a preparação ser boa - disse o artilheiro da Libertadores, que falou da importância de manter a continuidade dos trabalhos na Cidade do Galo para as atividades preparatórias em Marrakesh.

- Acho que ele vai trabalhar mais a parte tática, independente do adversário, tem o Monterrey, uma outra equipe (Raja venceu o Auckland) e o Bayern. É dar sequência ao que vem sendo feito, não teremos jogos, só a semifinal, temos que intensificar bastante para estar bem nos jogos.

Se sentindo em casa:

O estádio no qual o Atlético-MG treinou na noite de quarta-feira lembra o Independência. Mais do que isso, Jô lembrou que a invasão da torcida do Galo no Marrocos deixará os jogadores ainda mais confiantes em voltar com o título inédito na bagagem.

- A quantidade de torcedor que virá para o Marrocos...Acho que a gente vai se sentir em casa. Desde o momento em que saímos de Belo Horizonte, aquela recepção foi bacana. Vamos nos adaptando, tentar nos sentir em casa mesmo.