icons.title signature.placeholder Gabriel Cassar
18/02/2015
14:37

Além de tênis, a jovem Gabriela Cê, de 21 anos, mostrou que também tem personalidade. Derrotada nesta quarta-feira pela sueca Johanna Larsson, a brasileira se despediu do Aberto do Rio de cabeça erguida, tendo feito, segundo ela própria, 'dois jogos de igual para igual com tenistas top 100 do mundo'. Uma característica que chamou a atenção nos jogos envolvendo a gaúcha foi a quantidade grande de quebras de saque. Questionada sobre o assunto, Gabi abusou da sinceridade.

- A maioria das mulheres saca mal. É uma coisa louca, basta olhar no masculino. Se um tenista quebra, a chance dele perder o saque na sequência é mínima, totalmente diferente do feminino, em que as quebras são constantes, quase um "ufa, agora não vou sacar". Em relação aos meus jogos, acredito que, como se trata de uma competição no nível do mar, com uma quadra mais pesada, a influência do fator externo pode ter um peso maior no saque. Para quem devolve, é possível entrar mais "inteira" no ponto.

Eliminada também nas duplas, Gabriela deu seu adeus definitivo ao Aberto do Rio e não escondeu o carinho que tem pela competição.

- É o meu torneio preferido, sinto uma energia muito forte nesse lugar. Eu me sinto muito à vontade na quadra central, rendo bem melhor com a torcida incentivando. Quem dera jogar o ano todo assim! Tentei aproveitar cada momento em que estive dentro de quadra essa semana.

Para o futuro, a tenista quer melhorar sua estabilidade psicológica nos jogos.

- Meu objetivo é achar minha consistência mental ideal durante todas as partidas que eu fizer esse ano. De competições, vou disputar alguns challengers aqui no Brasil e talvez o WTA de Bogotá.