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15/07/2013
15:50

O ciclismo brasileiro sofreu um forte revés. A Federação de Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro (Fecierj) e o Movimento LiveWright não conseguiram o apoio necessário para oferecer a estrutura suficiente para os ciclistas disputarem competições de alto rendimento. O principal contratempo foi a intervensão do velódromo do Rio, construído para o Pan-Americano de 2007.

Sem a pista para os atletas treinarem - o velódromo será reformado para a Olimpíada, já que não atendia à exigências da Federação Internacional -, a Fecierj e o Live Wright tentar manter o prójeto levando ciclistas para treinos na Europa. Porém, faltou o incentivo da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), que precisaria adotar o grupo como integrante da seleção. A CBC se recusou a apoiar o projeto, que perdeu patrocínios.

- Era um projeto que estava no começo, mas que já vinha alcançando bons resultados. Foi uma pena quando decidiram pela demolição do Velódromo. Os atletas não tinham mais onde treinar. Depois, tentamos de todas as maneiras viabilizar um projeto com a CBC para que pelo menos parte do grupo treinasse na Europa, mas não conseguimos acordo. Infelizmente, a Fecierj teve de optar pelo fim do projeto de ciclismo de pista - afirmou Túlio Landin, diretor executivo do Movimento LiveWright.

O ciclismo brasileiro sofreu um forte revés. A Federação de Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro (Fecierj) e o Movimento LiveWright não conseguiram o apoio necessário para oferecer a estrutura suficiente para os ciclistas disputarem competições de alto rendimento. O principal contratempo foi a intervensão do velódromo do Rio, construído para o Pan-Americano de 2007.

Sem a pista para os atletas treinarem - o velódromo será reformado para a Olimpíada, já que não atendia à exigências da Federação Internacional -, a Fecierj e o Live Wright tentar manter o prójeto levando ciclistas para treinos na Europa. Porém, faltou o incentivo da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), que precisaria adotar o grupo como integrante da seleção. A CBC se recusou a apoiar o projeto, que perdeu patrocínios.

- Era um projeto que estava no começo, mas que já vinha alcançando bons resultados. Foi uma pena quando decidiram pela demolição do Velódromo. Os atletas não tinham mais onde treinar. Depois, tentamos de todas as maneiras viabilizar um projeto com a CBC para que pelo menos parte do grupo treinasse na Europa, mas não conseguimos acordo. Infelizmente, a Fecierj teve de optar pelo fim do projeto de ciclismo de pista - afirmou Túlio Landin, diretor executivo do Movimento LiveWright.