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04/11/2013
08:04

Diante do Vitória, neste domingo, o Corinthians vivenciou pela quinta vez uma realidade nada agradável: a equipe abriu o placar, mas não conseguiu segurá-lo - também foi assim contra Botafogo, Vasco e Santos (em duas ocasiões). Diante dessa realidade, o zagueiro Paulo André culpou o psicológico do grupo, que praticamente já não briga por nada no Brasileirão. Para mudar, só com tranquilidade.

- Em outra época, fazíamos 1 a 0 e não tomávamos gol por nada. Agora saímos na frente contra o Santos, contra o Vitória, e não estamos segurando. O psicológico atrapalha um pouco, porque o time começa a dar um passinho para trás querendo garantir resultado. E realmente não adianta. Vamos melhorar, agora tem jogo em casa, em Araraquara, para tentar de vez fazer 45 pontos e ficar tranquilo - disse o zagueiro, sem nem cogitar a possibilidade de se abrir um G5 na tabela do Brasileirão.

Caso um dos integrantes do G4 seja campeão da Copa do Brasil (Grêmio e Atlético-PR, que se enfrentam, e Goiás e Flamengo, que estão fora do G4, são os semifinalistas), o G4 do Brasileirão vira G5, já que o país tem número fixo de participantes na Libertadores. Ao mesmo tempo, se um clube brasileiro vencer a Sul-americana, o Brasileirão dará uma vaga a menos e o G4 pode virar G3.

O técnico Tite concorda com Paulo André. Ele não esconde que a partida contra o Vitória poderia ser decisiva para a equipe sonhar com a possibilidade de G5. Agora, há a necessidade de 100% de aproveitamento nas seis rodadas finais e combinação de resultados nas três competições para haver esperança corintiana.

- Eu queria muito ter vencido o Vitória, para no próximo jogo os atletas entrarem vislumbrando alguma coisa a mais. Mas vamos matar no peito, repetir o desempenho, ter consistência defensiva e melhorar as finalizações. Tudo para conseguir falar no próximo jogo com um sorriso aberto, legal - torce o comandante.