icons.title signature.placeholder Frederico Ribeiro
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16/07/2013
19:33

O clima é de decisão e de festa para os paraguaios. O Olimpia está em sua sétima decisão de Copa Libertadores e pegará um time com torcida fanática. Mas a vinda de mais de dois mil atleticanos para Assunção é motivo de muito trabalho e atenção ao Consulado Geral do Brasil na capital do Paraguai.

Sem conseguir se comunicar com o Galo, Carlos Alberto Ribeiro Reis, o Cônsul Geral Adjunto, revela que as medidas de segurança para os estrangeiros necessita de uma divulgação que o clube, até o momento, não deu. Em sua sala no Consulado, Carlos Reis recebeu a reportagem do LANCE!Net com entusiasmo. Para ele, era a chance de alertar os torcedores do Atlético para situações nas quais já cansou de ver: briga entre torcidas e confusão com a polícia.

- O que eu recomendaria é o espírito esportivo. Tem que ter isso. Não adianta você vir para cá e querer responder uma provocação no estádio. Tem que saber perder. Eu sempre falo que há três coisas certas a se fazer para um torcedor que vem ao Paraguai: pense bem, fale bem e aja bem - afirmou Carlos Reis.

Outro aspecto que foi alvo de incômodo do diplomata é que o Atlético não respondeu nenhuma de suas solicitações por e-mail, pedindo, entre outras coisas, para informar o número de torcedores, detalhes das chegadas dos turistas por terra (ônibus, carro) e informações adicionais de importância para a boa estadia do clube e de seus adeptos no Paraguai.

- Estou preocupado com isso, pois já enviei alguns e-mail para a direção do Atlético-MG, mas ainda não obtive resposta. Temos essa preocupação, pois já vimos coisas ruins acontecerem, como o Santos que veio para cá e alguns torcedores foram detidos. Com o Fluminense foi outra coisa, maravilha. Eles vieram aqui (no Consulado) e reunimos com ele. Mas estou com dificuldade de falar com o Atlético, preciso do máximo de divulgação possível (sobre as medidas de segurança) - disse o Cônsul.

Consulado brasileiro em Assunção (Foto: Frederico Ribeiro)

Reis é mineiro de Campanha (sul de Minas) e torcedor do Corinthians. Mas seu filho, que já rodou vários países, instalou residência em Belo Horizonte e torce para o Atlético. Ele preferiu 'impedi' a vinda do engenheiro e mais cinco amigos, dizendo que se eles fosse ao jogo, compraríam entradas da torcida do Olimpia, o que é classificado como uma medida extremamente perigosa. Algo que deve acontecer com alguns atleticanos, já que a expectativa é de 2.500 torcedores do Galo sendo que apenas 1685 bilhetes foram destinados aos visitantes.

O Consulado procura fazer um trabalho de proteção e auxílio ao brasileiro em Assunção. Carlos Reis deixou claro que classifica o povo paraguaio como amigável: 'O povo paraguaio é extremamente amável, mas as sensibilidades esportivas podem deixar de lado,  por um momento, este tipo de comportamento típico', diz o item 'e' da lista de informações que a Polícia solicitou ao Cônsul que repassassem ao Atlético.


O clima é de decisão e de festa para os paraguaios. O Olimpia está em sua sétima decisão de Copa Libertadores e pegará um time com torcida fanática. Mas a vinda de mais de dois mil atleticanos para Assunção é motivo de muito trabalho e atenção ao Consulado Geral do Brasil na capital do Paraguai.

Sem conseguir se comunicar com o Galo, Carlos Alberto Ribeiro Reis, o Cônsul Geral Adjunto, revela que as medidas de segurança para os estrangeiros necessita de uma divulgação que o clube, até o momento, não deu. Em sua sala no Consulado, Carlos Reis recebeu a reportagem do LANCE!Net com entusiasmo. Para ele, era a chance de alertar os torcedores do Atlético para situações nas quais já cansou de ver: briga entre torcidas e confusão com a polícia.

- O que eu recomendaria é o espírito esportivo. Tem que ter isso. Não adianta você vir para cá e querer responder uma provocação no estádio. Tem que saber perder. Eu sempre falo que há três coisas certas a se fazer para um torcedor que vem ao Paraguai: pense bem, fale bem e aja bem - afirmou Carlos Reis.

Outro aspecto que foi alvo de incômodo do diplomata é que o Atlético não respondeu nenhuma de suas solicitações por e-mail, pedindo, entre outras coisas, para informar o número de torcedores, detalhes das chegadas dos turistas por terra (ônibus, carro) e informações adicionais de importância para a boa estadia do clube e de seus adeptos no Paraguai.

- Estou preocupado com isso, pois já enviei alguns e-mail para a direção do Atlético-MG, mas ainda não obtive resposta. Temos essa preocupação, pois já vimos coisas ruins acontecerem, como o Santos que veio para cá e alguns torcedores foram detidos. Com o Fluminense foi outra coisa, maravilha. Eles vieram aqui (no Consulado) e reunimos com ele. Mas estou com dificuldade de falar com o Atlético, preciso do máximo de divulgação possível (sobre as medidas de segurança) - disse o Cônsul.

Consulado brasileiro em Assunção (Foto: Frederico Ribeiro)

Reis é mineiro de Campanha (sul de Minas) e torcedor do Corinthians. Mas seu filho, que já rodou vários países, instalou residência em Belo Horizonte e torce para o Atlético. Ele preferiu 'impedi' a vinda do engenheiro e mais cinco amigos, dizendo que se eles fosse ao jogo, compraríam entradas da torcida do Olimpia, o que é classificado como uma medida extremamente perigosa. Algo que deve acontecer com alguns atleticanos, já que a expectativa é de 2.500 torcedores do Galo sendo que apenas 1685 bilhetes foram destinados aos visitantes.

O Consulado procura fazer um trabalho de proteção e auxílio ao brasileiro em Assunção. Carlos Reis deixou claro que classifica o povo paraguaio como amigável: 'O povo paraguaio é extremamente amável, mas as sensibilidades esportivas podem deixar de lado,  por um momento, este tipo de comportamento típico', diz o item 'e' da lista de informações que a Polícia solicitou ao Cônsul que repassassem ao Atlético.