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15/07/2013
13:48

Após muitos rumores, o Santos concluiu a saída do gerente de marketing Armênio Neto. O profissional foi comunicado da demissão na semana passada e deixou o clube sem ter anunciado o novo patrocinador master, vago desde o início do ano. A assessoria de comunicação do Peixe confirma a demissão dentro do processo de reformulação proposto pelo Comitê de Gestão.

Neto era criticado, principalmente, com relação ao patrocínio master, pois o profissional teria prometido para o fim do ano passado e até agora segue em negociação após a saída do banco BMG. O clube analisa o nome de outro profissional para o cargo em meio a negociações de parceiros.

Por outro lado, os defensores de Neto argumentam que ele foi o principal responsável por elaborar o plano que segurou Neymar no país diante de tanto assédio dos gigantes europeus. O departamento do marketing do Santos captou sete empresas para ajudar bancar os honorários do craque durante sua permanência, sendo que o jogador tem atualmente 12 patrocinadores. O profissional também foi peça-chave na volta de Robinho, em 2010.

O Santos já demitiu recentemente os superintendentes de esportes Felipe Faro e o administrativo, Henrique Schlithler, além dos advogados João Vicente Gazolla e Fábio Gonzáles, e justifica alegando mudança no organograma.

No entanto, o clube passa por um momento interno conturbado. Nos bastidores da Vila Belmiro, muitos apontam as demissões como de caráter político, com acusações de troca de cargos entre os mandatários. Há, na Vila, um grupo conhecido como Vila Rica, composta por três membros do Comitê de Gestão residentes no bairro de mesmo nome em Santos: Pedro Luiz Conceição, Luciano Moita e Caio Di Stéfano. Com apoio do vice-presidente Odílio Rodrigues, os três estariam ganhando mais força do que o presidente Luis Alvaro Ribeiro nos bastidores. O presidente nega o racha e o clube, as demissões como de cunho político.

Após muitos rumores, o Santos concluiu a saída do gerente de marketing Armênio Neto. O profissional foi comunicado da demissão na semana passada e deixou o clube sem ter anunciado o novo patrocinador master, vago desde o início do ano. A assessoria de comunicação do Peixe confirma a demissão dentro do processo de reformulação proposto pelo Comitê de Gestão.

Neto era criticado, principalmente, com relação ao patrocínio master, pois o profissional teria prometido para o fim do ano passado e até agora segue em negociação após a saída do banco BMG. O clube analisa o nome de outro profissional para o cargo em meio a negociações de parceiros.

Por outro lado, os defensores de Neto argumentam que ele foi o principal responsável por elaborar o plano que segurou Neymar no país diante de tanto assédio dos gigantes europeus. O departamento do marketing do Santos captou sete empresas para ajudar bancar os honorários do craque durante sua permanência, sendo que o jogador tem atualmente 12 patrocinadores. O profissional também foi peça-chave na volta de Robinho, em 2010.

O Santos já demitiu recentemente os superintendentes de esportes Felipe Faro e o administrativo, Henrique Schlithler, além dos advogados João Vicente Gazolla e Fábio Gonzáles, e justifica alegando mudança no organograma.

No entanto, o clube passa por um momento interno conturbado. Nos bastidores da Vila Belmiro, muitos apontam as demissões como de caráter político, com acusações de troca de cargos entre os mandatários. Há, na Vila, um grupo conhecido como Vila Rica, composta por três membros do Comitê de Gestão residentes no bairro de mesmo nome em Santos: Pedro Luiz Conceição, Luciano Moita e Caio Di Stéfano. Com apoio do vice-presidente Odílio Rodrigues, os três estariam ganhando mais força do que o presidente Luis Alvaro Ribeiro nos bastidores. O presidente nega o racha e o clube, as demissões como de cunho político.