icons.title signature.placeholder Gabriel Carneiro
07/07/2014
13:31

A negociação do Corinthians para tirar o atacante Marcelo do Atlético-PR se arrasta desde os primeiros dias da pausa do Campeonato Brasileiro para a Copa do Mundo, e só nesta semana deve acabar. O clube paranaense, que faz jogo duro para liberar sua revelação, assegura que serão os últimos dias de conversas, e que se nada for resolvido o jogador entrará em campo para realizar os dois jogos que o impediriam de defender outro clube no Brasileirão. Por isso, o Timão corre contra o tempo para acertar com o novo reforço, desejado pelo técnico Mano Menezes.

Neste domingo, após o amistoso contra o Uberaba, em Minas Gerais, o comandante corintiano preferiu não citar o nome de Marcelo, mas manteve vivo o sonho de ter o jogador no elenco para a sequência da temporada. Até agora, foram contratados Elias (antes da parada, mas só agora à disposição), Nicolás Lodeiro, Ángel Romero e Anderson Martins. Marcelo fecharia o grupo até o fim de 2014, isso já contando com a saída do volante Guilherme, em fase final de negociação para vestir a camisa da Udinese, da Itália.

- Às vezes você abre mão de um jogador como ele (Guilherme) para ganhar três opções... Ou talvez quatro, que é esse nome que vocês não falam de outra coisa há três semanas - brincou Mano Menezes.

Com a chegada de Lodeiro e a partida de Guilherme, o Corinthians mantém seu elenco com 33 jogadores, e ainda pretende enxugar mais ainda o número de jogadores, como informou o LANCE!Net. A respeito da venda do substituto de Paulinho, Mano entende que já era hora graças à chegada de Elias. Na "despedida", o treinador fez questão de elogiar o agora ex-comandado:

- Ele vinha sendo titular da equipe. Quando você estabelece o caminho dentro do clube, tudo fica claro. Quando você traz jogadores como Elias, diminui a possibilidade de todos serem titulares. Essas coisas precisam ficar claras. O Guilherme não está saindo porque deixou a desejar, muito pelo contrário. Ele estabeleceu um rendimento bom, capaz de fazer com que ele e as pessoas que o representam pensem em algo do mesmo nível, ou até maior, em termos de Europa. O Corinthians entende isso.