icons.title signature.placeholder Rafael Valesi
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19/07/2013
20:39

Um fato passou um pouco desapercebido na classificação do Brasil às semifinais da Liga Mundial nesta sexta-feira. A Seleção Brasileira de vôlei jogou pela primeira vez em sua história com o sistema de desafio, em que as equipes podem pedir à arbitragem para rever pela televisão lances e marcações duvidosas. O time experimentou a novidade, já utilizada nas finais da Superliga deste ano e em outros torneios de clubes do planeta, durante o jogo contra o Canadá, pela fase final da liga, em Mar del Plata (ARG).

Inicialmente, o sistema seria utilizado apenas nas semifinais e na decisão da Liga Mundial. Mas a Federação Internacional de Vôlei (FIVB) resolveu antecipar a novidade e incluiu a revisão de jogadas no segundo dia das finais, nos jogos Rússia x Canadá e Itália x Bulgária, na quinta-feira. O Brasil estreou na fase final contra a Rússia na quarta-feira, mas o desafio não foi utilizado.

No sistema, câmeras de televisão captam imagens da partida, que ficam disponíveis para a arbitragem. Em caso de um lance duvidoso, o capitão da equipe pode solicitar aos juízes a revisão do ponto. Cada seleção tem dois desafios por set. Se acertar, o time mantém o pedido. Se lançar mão da novidade mas estiver errado, a equipe perde um dos pedidos.

Ficou a cargo do levantador e capitão Bruninho ser o responsável por requisitar os desafios do Brasil contra o Canadá, que quando queria acionar a revisão da jogada, fazia uma mímica aos árbitros com o desenho de uma tela. Ele tanto acertou em alguns pedidos como errou em outros.

- No primeiro jogo (contra a Rússia) não teve, acho que as câmeras não tinham chegado. O sistema ajuda o juiz. Temos cinco segundos para pedir, se deixar passar já era. Temos de treinar de alguma maneira para sermos certeiros nisso. Uma hora pedimos invasão de quadra deles quando na verdade era um toque na rede. Na Superliga (na final entre RJX e Sada Cruzeiro) eu errei todos os pedidos. Temos que melhorar o olho - disse Bruninho, que disse que só soube que o desafio seria utilizado nesta sexta-feira, horas antes da partida. 

- Falaram que seria usado apenas no fim de semana, eu imaginava que teria apenas para a semifinal. Vamos conversar para ficarmos ainda mais perfeitos na hora de pedir o desafio. Preciso ficar atento, temos que ter tranquilidade na hora de pedir - disse o jogador, que é a favor do sistema. 

*O editor viaja a convite da FIVB

Um fato passou um pouco desapercebido na classificação do Brasil às semifinais da Liga Mundial nesta sexta-feira. A Seleção Brasileira de vôlei jogou pela primeira vez em sua história com o sistema de desafio, em que as equipes podem pedir à arbitragem para rever pela televisão lances e marcações duvidosas. O time experimentou a novidade, já utilizada nas finais da Superliga deste ano e em outros torneios de clubes do planeta, durante o jogo contra o Canadá, pela fase final da liga, em Mar del Plata (ARG).

Inicialmente, o sistema seria utilizado apenas nas semifinais e na decisão da Liga Mundial. Mas a Federação Internacional de Vôlei (FIVB) resolveu antecipar a novidade e incluiu a revisão de jogadas no segundo dia das finais, nos jogos Rússia x Canadá e Itália x Bulgária, na quinta-feira. O Brasil estreou na fase final contra a Rússia na quarta-feira, mas o desafio não foi utilizado.

No sistema, câmeras de televisão captam imagens da partida, que ficam disponíveis para a arbitragem. Em caso de um lance duvidoso, o capitão da equipe pode solicitar aos juízes a revisão do ponto. Cada seleção tem dois desafios por set. Se acertar, o time mantém o pedido. Se lançar mão da novidade mas estiver errado, a equipe perde um dos pedidos.

Ficou a cargo do levantador e capitão Bruninho ser o responsável por requisitar os desafios do Brasil contra o Canadá, que quando queria acionar a revisão da jogada, fazia uma mímica aos árbitros com o desenho de uma tela. Ele tanto acertou em alguns pedidos como errou em outros.

- No primeiro jogo (contra a Rússia) não teve, acho que as câmeras não tinham chegado. O sistema ajuda o juiz. Temos cinco segundos para pedir, se deixar passar já era. Temos de treinar de alguma maneira para sermos certeiros nisso. Uma hora pedimos invasão de quadra deles quando na verdade era um toque na rede. Na Superliga (na final entre RJX e Sada Cruzeiro) eu errei todos os pedidos. Temos que melhorar o olho - disse Bruninho, que disse que só soube que o desafio seria utilizado nesta sexta-feira, horas antes da partida. 

- Falaram que seria usado apenas no fim de semana, eu imaginava que teria apenas para a semifinal. Vamos conversar para ficarmos ainda mais perfeitos na hora de pedir o desafio. Preciso ficar atento, temos que ter tranquilidade na hora de pedir - disse o jogador, que é a favor do sistema. 

*O editor viaja a convite da FIVB