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18/11/2014
18:05

Chegou a hora. Os sete barcos da Volvo Ocean Race partem, nesta quarta-feira, para a segunta etapa da Volta ao Mundo. O trajeto de 11 mil km, com início na Cidade do Cabo (AFS) e término em Abu Dhabi (EMA), promete muita emoção, com previsão de ciclones logo na largada e falta de vento na altura do Golfo Pérsico. A ação de piratas foi descartada pelos especialistas em segurança.

O brasileiro André Bochecha, da equipe MAPFRE, falou sobre o alto nível de dificuldade da perna.

- Será uma etapa difícil, principalmente no primeiro dia, com as tempestades. Vamos sair com ventos variando entre 25 e 30 nós e tentaremos nos afastar da costa rapidamente. Os primeiros oito dias serão de muito frio e vento. Depois, mais ao norte, o calor aparece e o vento fica um pouco mais calmo. Será uma etapa longa, talvez poderá chegar a um mês de travessia.

Lanterna da Volvo Ocean Race, a equipe MAPFRE espera recuperar-se com a chegada de dois dois novos tripulantes. Bochecha garantiu que o time vai melhorar, mas no tempo certo.

- Vamos ir pouco a pouco. Não é do dia pra noite que tudo será resolvido. Estamos com dois tripulantes novos e vamos aprender e melhorar mais.

Além de de André 'Bochecha', o Brasil "tem" ainda Carolijn Brower, da equipe Team SCA. Holandesa, Brouwer tem grande identificação com o Brasil, tendo morado mais de dez anos no país. A velejadora explicou como será a etapa.

- Será uma etapa totalmente ao contrário da primeira e os velejadores terão muitas oportunidades. O percurso ainda é um pouco desconhecido para muitos. Vamos lutar até o fim por um melhor resultado.

Sobre a questão dos piratas, Carolijn se mostrou tranquila.

- Em relação à pirataria, a organização da Volvo Ocean Race fez bem ao colocar zonas de exclusão. Tivemos um briefing detalhado sobre o assunto. Apesar de estar diminuindo, não queremos correr riscos.

A competição é liderada pelo Abu Dhabi, vencedor da primeira etapa, seguido por Dongfeng e Team Brunel.