icons.title signature.placeholder Guilherme Palenzuela
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09/07/2013
06:00

O São Paulo já sabia que Paulo Autuori entregaria o cargo no Vasco antes mesmo da demissão de Ney Franco. Na quinta-feira, véspera da saída do ex-treinador, o presidente Juvenal Juvêncio tomou conhecimento da insatisfação de Autuori ao ser pressionado por seus dirigentes pela demissão imediata de Ney. Nesta terça-feira, Paulo Autuori só não se despede do Vasco caso aconteça uma reviravolta inesperada (saída foi confirmada às 11h30 desta terça, horas depois da publicação desta nota).

No Vasco, o treinador reclama salários atrasados para todo o elenco e funcionários. Como o caso não se resolveu, ele não está mais disposto a permanecer. Ontem, ao desembarcar no Rio de Janeiro, se disse desconfortável no clube, e falou que gostaria de poder recusar o São Paulo mais uma vez. Afirmou que, assim que se resolver com o Vasco, estará livre para seguir o futuro em outro clube.

Paulo Autuori ficou à frente de Muricy Ramalho na corrida para ocupar o cargo de Ney Franco por motivos financeiros e políticos. A diretoria diz que ouviu que Muricy gostaria dos mesmos R$ 700 mil mensais que recebia no Santos, quantia muito superior à que o clube paga para treinadores. O técnico tricampeão brasileiro no Morumbi ainda esbarra na resistência do vice-presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, que pode vir a ser o sucessor de Juvenal em 2014 - ele nega. Autuori recebe R$ 200 mil no Vasco, e não tem problemas com ninguém no São Paulo.

Segundo membros da diretoria, Juvenal Juvêncio era favorável a um treinador com perfil de menos conversa e mais intensidade, como Muricy Ramalho, após a saída de Ney Franco. Diante dos obstáculos, no entanto, não vê problema em Autuori, com quem trabalhou no departamento de futebol em 2005, nos títulos da Libertadores e do Mundial.

Na sexta-feira, o diretor de futebol Adalberto Baptista afirmou que planejava ter um técnico novo para a equipe na terça-feira. Nesta segunda, o vice de futebol João Paulo de Jesus Lopes disse que a definição por um nome pode acontecer só na sexta-feira. No entanto, se Autuori anunciar hoje que está livre, a escolha no São Paulo deve acontecer antes.

Nesta segunda, Jesus Lopes ainda falou que o clube leva em consideração a questão financeira e que a escolha do técnico não está ao alcance da torcida. Palavras que afastam Muricy do retorno, e aproximam Autuori.

Autuori ouvirá propostas assim que resolver situação com o Vasco

O São Paulo já sabia que Paulo Autuori entregaria o cargo no Vasco antes mesmo da demissão de Ney Franco. Na quinta-feira, véspera da saída do ex-treinador, o presidente Juvenal Juvêncio tomou conhecimento da insatisfação de Autuori ao ser pressionado por seus dirigentes pela demissão imediata de Ney. Nesta terça-feira, Paulo Autuori só não se despede do Vasco caso aconteça uma reviravolta inesperada (saída foi confirmada às 11h30 desta terça, horas depois da publicação desta nota).

No Vasco, o treinador reclama salários atrasados para todo o elenco e funcionários. Como o caso não se resolveu, ele não está mais disposto a permanecer. Ontem, ao desembarcar no Rio de Janeiro, se disse desconfortável no clube, e falou que gostaria de poder recusar o São Paulo mais uma vez. Afirmou que, assim que se resolver com o Vasco, estará livre para seguir o futuro em outro clube.

Paulo Autuori ficou à frente de Muricy Ramalho na corrida para ocupar o cargo de Ney Franco por motivos financeiros e políticos. A diretoria diz que ouviu que Muricy gostaria dos mesmos R$ 700 mil mensais que recebia no Santos, quantia muito superior à que o clube paga para treinadores. O técnico tricampeão brasileiro no Morumbi ainda esbarra na resistência do vice-presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, que pode vir a ser o sucessor de Juvenal em 2014 - ele nega. Autuori recebe R$ 200 mil no Vasco, e não tem problemas com ninguém no São Paulo.

Segundo membros da diretoria, Juvenal Juvêncio era favorável a um treinador com perfil de menos conversa e mais intensidade, como Muricy Ramalho, após a saída de Ney Franco. Diante dos obstáculos, no entanto, não vê problema em Autuori, com quem trabalhou no departamento de futebol em 2005, nos títulos da Libertadores e do Mundial.

Na sexta-feira, o diretor de futebol Adalberto Baptista afirmou que planejava ter um técnico novo para a equipe na terça-feira. Nesta segunda, o vice de futebol João Paulo de Jesus Lopes disse que a definição por um nome pode acontecer só na sexta-feira. No entanto, se Autuori anunciar hoje que está livre, a escolha no São Paulo deve acontecer antes.

Nesta segunda, Jesus Lopes ainda falou que o clube leva em consideração a questão financeira e que a escolha do técnico não está ao alcance da torcida. Palavras que afastam Muricy do retorno, e aproximam Autuori.

Autuori ouvirá propostas assim que resolver situação com o Vasco