icons.title signature.placeholder Bruno Grossi e Marcio Porto
07/11/2014
09:00

As regras do Conselho Deliberativo do São Paulo dizem que as vagas deixadas por conselheiros vitalícios que morreram só podem ser preenchidas quando chegam a dez cadeiras vazias. E foi exatamente isso o que aconteceu com as mortes de Manuel Raymundo Paes de Almeida e Arthur de Oliveira Costa.

Com isso, a política do Tricolor volta a ficar movimentada quase dois meses após a cisão entre o presidente Carlos Miguel Aidar e seu antecessor, Juvenal Juvêncio. Mas há quem diga que o período de calmaria era apenas ilusório e que o clube vive uma guerra fria nos bastidores.

As dez vagas disponíveis para conselheiros vitalícios devem ser alvo de disputas acirradas. Um dos nomes mais citados para ocupar um dos postos é o de Marco Aurélio Cunha, líder da oposição nas eleições presidenciais de abril. O vereador, médico e superintendente de futebol do clube até janeiro de 11, no entanto, não deve fazer campanha para chegar se tornar vitalício.

Outro conselheiro prestigiado no Morumbi é o vice-presidente de comunicação e marketing, Julio Casares. O dirigente, um dos pilares deixados por Juvenal para a candidatura de Aidar, foi o sócio que recebeu mais votos nas eleições para o Conselho Deliberativo, mas seu título no clube ainda não tem os 20 anos exigidos pelas normas do órgão.