icons.title signature.placeholder Eduardo Moura
29/07/2014
07:03

O Grêmio tem seus objetivos traçados para assumir o comando. Depois de alguns contatos e a certeza de que Tite não trabalhará, os dirigentes passaram a trabalhar com alvos mais específicos, apesar da enxurrada de ligações oferecendo nomes. Alejandro Sabella, Tata Martino, entre outros, são alguns das opções reais. Mas o clube gaúcho admite que será complicado achar algum treinador que entenda que o começo de trabalho já foi trilhado.

O elenco está construído. Há uma base tática para ser aperfeiçoada. E a temporada está com o Brasileirão em andamento e a Copa do Brasil por começar. O novo profissional precisaria entender o contexto muito bem e saber se portar diante de tais especificidades. Sabella anunciará que não fica na seleção da Argentina, mas não irá trabalhar até outubro, segundo apurou o L!Net. Martino tem a mesma postura de não treinar ninguém em 2014.


- Não há nenhum preconceito com relação à nacionalidade. O que queremos é um profissional compromissado e que tenha uma forma de trabalho transparente e vontade de estar conosco. E um perfil, um estofo, porque temos uma retomada de Brasileiro e Copa do Brasil. E que vai chegar aqui com as suas especificidaes. Com as coisas já postas. E isso sempre cria uma complicação para quem chega. Nossa intenção é que quem chegue tenha o maior número de informações possíveis para que isso seja superado - destacou o iretor-executivo Rui Costa em entrevista na Rádio Guaíba.

As opções são das mais variadas. Celso Roth conta com apreço do presidente Fábio Koff. Felipão, pela relação com o mandatário, também poderia surgir, mesmo que seu projeto seja ficar sem trabalhar até final do ano. Gilson Kleina foi sondado, mas já tem negociação em andamento com o Bahia.

- É muito comum neste momento que um clube como o Grêmio fica com a vaga em aberto. Os empresários mais locais entram em contato, de nível internacional, e essa movimentação é interessante, como informação e relacionamento. Mas não vamos nos pautar por uma indicação de um profissional. Temos que trabalhar dentro do perfil que o presidente já traçou e é convicção, mas pode até coincidir - completou o dirigente.