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28/11/2014
10:57

Cabo eleitoral de Aécio Neves, candidato superado por Dilma Rousseff nas últimas eleições para presidente, o ex-jogador Ronaldo defendeu uma gestão mais inovadora para a CBF. Além disso, falou que a Seleção Brasileira precisa ter uma gestão transparente e que aceitaria o convite do seu candidato a presidente para ser Ministro do Esporte.

Ronaldo deu entrevista para o UOL Esporte, antes da etapa final do Campeonato Brasileiro de Pôquer, em São Paulo. E foi perguntado sobre a nova fase da Seleção Brasileira, após a chegada de Dunga, que tem seis vitórias no comando. Ele falou dos casos do corte de Maicon e das entrevistas de Thiago Silva.

- De qualquer maneira, em termos de gestão o que a seleção brasileira precisa é cada vez mais transparência. Nessa gestão houve dois episódios que se transformaram em polêmica (casos Maicon e Thiago Silva) sendo que a administração era só ser transparente, encarar os fatos e não deixar isso sair, externar à imprensa e aos torcedores - disse Ronaldo.

Sobre a gestão dos dirigentes José Maria Marin e Marco Polo Del Nero, que será o presidente a partir do próximo ano, a estrela afirmou que gostaria de ver uma gestão inovadora no futebol brasileio.

- Eu adoraria ver o futebol do Brasil se destacando por ser inovador, por querer mudar, por querer sair da caixinha, por fazer coisas novas e produtivas para o futebol. Mas acho que o futebol é um reflexo da situação do país. Então o futebol está vivendo o que nosso país todo está vivendo, futebol é um setor muito pequeno do que representa nosso país inteiro - comentou Ronaldo.

Durante a campanha de Aécio Neves, o nome do Fenômeno foi especulado como do novo Ministro do Esporte. Segundo Ronaldo, não houve convite de Aécio para que isso ocorresse. Mas que se acontecesse, ele aceitaria.

- Se tivesse eu teria uma resposta muito provavelmente sim. Seria um desafio gigante pra mim. Não só em termos de administração pública, que é uma coisa que não entendo, porque tenho que aprender muito sobre isso. Mas com a minha vontade de fazer o bem acho que poderia fazer muita coisa. Tendo e ter tido uma carreira vitoriosa e sem nenhuma necessidade de me envolver em corrupção, acho que poderia fazer um bom trabalho - destacou.