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10/12/2013
17:28

O oposto Rivaldo está acostumado a chamar a responsabilidade, decidir rallys e ser bola de segurança no Vôlei Brasil Kirin. Porém, diante de alguns imprevistos vividos pela equipe nas últimas rodadas da Superliga Masculina, o camisa 10 precisou atuar numa função diferente: a de ponteiro-passador.

Sem poder contar com o ponteiro Diogo nos duelos contra Montes Claros e Funvic/Taubaté, em razão de uma amigdalite, nem com Mineiro, que se recupera de uma fratura na mão direita, o técnico Alexandre Rivetti ficou sem opções no setor. Como João Paulo Bravo ainda não estava em sua melhor condição física após um problema muscular, a alternativa foi improvisar o principal atacante do elenco.

– Não jogava assim há alguns anos, mas o time precisava de mim e estou dando meu melhor dentro do possível. Não foi uma escolha, foi uma necessidade. Mas é uma situação legal porque fortalece o grupo. Por tudo que passamos, podemos tirar uma coisa positiva – afirmou o atacante, que na temporada 2002/2003 atuou como ponteiro pela equipe de Suzano.

Os dois jogos terminaram com vitória dos paulistas por 3 sets a 2. Contra o Taubaté, o tie-break foi até 21 pontos. Os números refletem as dificuldades dos jogadores para se adaptarem à nova formação. Porém, o treinador acredita que situações como essa trazem benefícios ao grupo:

– No primeiro duelo perdemos jogadores de última hora, no outro sabíamos com quem não poderíamos contar. Mesmo assim, o grupo se uniu em torno do momento de dificuldade, mostrou força para contornar situações desconfortáveis e saiu bastante fortalecido – disse o treinador.

O próximo duelo do Vôlei Brasil Kirin na Superliga será nesta sexta-feira, às 19h, contra a UFJF, no Ginásio Taquaral. A equipe ocupa a quarta colocação na tabela.