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16/12/2013
16:49

A cada rodada da Superliga Feminina, o Rio do Sul/Equibrasil mostra que a única vitória conquistada em 10 partidas na competição, justamente diante da favorita Unilever, foi um lampejo. Com apenas quatro pontos na tabela, a equipe briga para evitar a lanterna e vê o G-8 como meta difícil de ser alcançada. Nesta terça-feira, o desafio será contra o São Caetano, às 20h30, no Ginásio Lauro Gomes. E a promessa é de mais uma pedreira.

O técnico Rogério Portela reconhece que o momento é delicado. O time não vem conseguindo impor o seu melhor jogo por muito tempo nas partidas. A cada rodada, uma formação diferente é testada, na maioria das vezes sem sucesso. Mesmo assim, o comandante acredita que o espírito de superação pode ajudar o grupo.

– Precisamos nos superar a cada jogo, a cada treino dar o nosso melhor. As meninas estão cientes de todas as nossas dificuldades e cobranças, mas veem os desafios como novas oportunidades de superação – disse o treinador.

O São Caetano aparece na sétima colocação. Embora a campanha não seja das melhores, o time comandado por Hairton Cabral vem fazendo boas partidas e, diferentemente das catarinenses, já apresenta uma formação titular definida.

A equipe é a terceira mais eficiente no fundamento bloqueio e conta com a segunda melhor jogadora da Superliga no fundamento, a central Mara. A ponteira Thaisinha aparece em quarto nas estatísticas de saque.