icons.title signature.placeholder Bernardo Cruz e Celso de Miranda
20/12/2013
07:00

A caminhada de Ribéry rumo ao ápice do futebol parece roteiro de filme. Um grave acidente (que deixou sérias marcas no rosto dele) logo aos dois anos, dispensa do Lille ainda adolescente e recomeço no clube de sua cidade natal – Boulogne-sur-Mer – de pouca expressão.

Mesmo assim, o francês, de 30 anos, foi evoluindo e ultrapassando os obstáculos da vida a cada conquista pessoal.
Os holofotes começaram a lhe procurar depois que foi para o Bayern de Munique, local em que se tornou astro do futebol mundial e, agora, candidato ao prêmio Bola de Ouro da Fifa.

Em um bate-papo com o LANCE!Net, antes da viagem do Bayern de Munique para Marrocos, Ribéry falou sobre a oportunidade única de desbancar Cristiano Ronaldo e Messi, a importância do título do Mundial de Clubes da Fifa e as dificuldades internas existentes dentro da seleção francesa.

Qual é a importância do título do Mundial de Clubes da Fifa para o Bayern? O time alemão é favorito?
O Bayern entra sempre para ganhar. É um título da Fifa, que fica para a história da instituição. No Bayern há também muitos jogadores e muitos objetivos pessoais, muitas metas que cada jogador gostaria de alcançar. Tenho certeza de que tem muita gente que gostaria desse título, mas acho que, se você perguntasse para o torcedor alemão, hoje, o principal título que ele persegue é o bicampeonato da Liga dos Campeões, já que, desde que o torneio tem esse formato, nenhum time conseguiu defender e vencer o título.

Você acha que pode ficar com o prêmio Bola de Ouro? Qual a importância disso para você?
É ótimo ser indicado, sim, ser reconhecido como o melhor jogador do mundo. E eu joguei muito bem, tive uma ótima temporada. Para mim, acho que é agora ou nunca ganhar este prêmio. Eu não posso jogar muito melhor do que isso (risos). Mas acho que pela temporada sou o favorito (risos).

O que você achou do grupo da França na Copa do Mundo?
Ouvi dizer que o nosso grupo é o mais fácil, mas não é bem assim. Honduras e Equador, por exemplo, se classificaram à frente de México e Uruguai. Na Europa, a Suíça venceu seu grupo nas Eliminatórias.

A entrevista completa, que ainda fala sobre as dificuldades em administrar os egos dos jogadores da seleção francesa, dos desafios do Bayern de Munique na atual temporada e da pressão em ser o atual melhor jogador da Europa, você pode ler na íntegra no LANCE! Digital. Clique no link abaixo e veja todo o conteúdo do mais completo diário esportivo do Brasil em seu computador, notebook ou tablet.