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23/08/2015
16:04

René Simões fez a sua primeira partida à frente do Figueirense nesse sábado à noite, no triunfo sobre o Sport, por 2 a 1, no estádio Orlando Scarpelli, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro. Apesar do resultado positivo, a equipe ainda não alcançou a filosofia de jogo exigida pelo substituto de Argel Fucks.

O treinador crê a forma de jogo deve contemplar troca de passes e posse de bola, mesmo nos minutos finais da partida. Ele, inclusive, relembra uma situação de jogo ocorrida nesse fim de semana:

– Estávamos ganhando por 2 a 1 e o Bruno Alves deu um chutão, mas tinham dois jogadores abertos do lado. Eu quero é o passe, não dar bola e nem dar o contra-ataque para o adversário. Quero um time organizado até o fim da partida – declarou.

René Simões ainda credita o bom desempenho do primeiro jogo ao trabalho realizado pelo auxiliar Hudson Coutinho. Para exemplificar, ele revela que a entrada de Thiago Santana na vaga de Celsinho foi um escolha do assistente:

– Temos um assistente técnico aqui, o Hudson, ele conhece todos os jogadores e é uma pessoa confiável. Você vai de coração aberto e escuta. Conversei com o Hudson porque queria três atacantes e ele me indicou o Thiago Santana, o nome foi do Hudson, ele que indicou.

René Simões fez a sua primeira partida à frente do Figueirense nesse sábado à noite, no triunfo sobre o Sport, por 2 a 1, no estádio Orlando Scarpelli, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro. Apesar do resultado positivo, a equipe ainda não alcançou a filosofia de jogo exigida pelo substituto de Argel Fucks.

O treinador crê a forma de jogo deve contemplar troca de passes e posse de bola, mesmo nos minutos finais da partida. Ele, inclusive, relembra uma situação de jogo ocorrida nesse fim de semana:

– Estávamos ganhando por 2 a 1 e o Bruno Alves deu um chutão, mas tinham dois jogadores abertos do lado. Eu quero é o passe, não dar bola e nem dar o contra-ataque para o adversário. Quero um time organizado até o fim da partida – declarou.

René Simões ainda credita o bom desempenho do primeiro jogo ao trabalho realizado pelo auxiliar Hudson Coutinho. Para exemplificar, ele revela que a entrada de Thiago Santana na vaga de Celsinho foi um escolha do assistente:

– Temos um assistente técnico aqui, o Hudson, ele conhece todos os jogadores e é uma pessoa confiável. Você vai de coração aberto e escuta. Conversei com o Hudson porque queria três atacantes e ele me indicou o Thiago Santana, o nome foi do Hudson, ele que indicou.