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08/07/2013
07:57

Renato Portaluppi está em casa novamente. Além de ter voltado para o braços da torcida, o treinador, maior ícone gremista de todos os tempos, conta com um ambiente favorável para que a sua segunda passagem no comando do Grêmio seja vencedora – e duradoura. Se o clima entre Vanderlei Luxemburgo e a cúpula de futebol tricolor não era das melhores antes – apesar de Luxa negar atritos – a história agora é outra.

O Grêmio busca um título de expressão desde a Copa do Brasil de 2001. A pressão por esta taça existe e Renato sabe disso. Mas o respaldo que ele terá para desenvolver o seu trabalho é mais do que evidente. Fábio Koff, quase que um pai para o treinador, e o executivo Rui Costa, que era o diretor de futebol tricolor em 2010, quando Renato levou um desacreditado time à Libertadores, estarão ao seu lado.

Koff não poupou elogios para Renato ao apresentá-lo. Foi o ex-camisa 7 que tantas glórias proporcionou ao Grêmio na década de 1980 – incluindo a Libertadores e o Mundial Interclubes de 1983, quando também era o mandatário do Tricolor. A relação entre ambos é especial, já que Renato foi cabo eleitoral do atual presidente na última eleição e viu a derrota de Paulo Odone, que havia sido eleito em 2011 e buscava novo mandato.

Sem uma mudança de presidente como aconteceu em 2011 – quando Odone assumiu na vaga de Duda Kroeff, outro que nutre carinho especial por Renato –, ele terá condições de trabalhar sem pressão e, conforme o prometido pelo próprio, fazer o melhor pelo Grêmio.

OS ESPECIALISTAS SOBRE A VOLTA DE RENATO:

Ruy Carlos Ostermann, colunista do Zero Hora

"A chegada do Renato é uma forma de o Grêmio propor um renascimento, depois de muitas coisas terem se perdido neste primeiro semestre de 2013, sob o comando de Vanderlei Luxemburgo. O Tricolor aposta tanto em uma liderança diante da torcida, quanto em um trabalho de motivação que é característico de Renato como treinador".

Cristofer de Mattos, repórter do Jornal NH

"Renato Portaluppi é a alternativa que pode reunir o consenso da diretoria à empatia com o torcedor. Seu carisma devolve aos gremistas o sentimento de que o Grêmio pode voltar a deslanchar em campo.

Hilton Mombach, editor do Correio do Povo

"Após a parceria com a OAS, o Grêmio passou a precisar de alguém que conhecesse o Olímpico, e tivesse empatia com a torcida. Renato vai chamar o torcedor para a Arena, e, se o time fizer uma boa campanha como no Brasileiro de 2010, o estádio ficará cada vez mais cheio"

Vinícius Sinott, comentarista da Rádio Gauíba

"O Renato é ídolo para a torcida, mas chega ao Grêmio com um vestiário diferente em relação à passagem anterior. Não sei como ele vai lidar com tarimbados como Cris, Dida e Zé Roberto. Outro desafio é mostrar que não é treinador de tiro curto.

A 1ª PASSAGEM DE RENATO NO COMANDO DO GRÊMIO

A chegada de um ídolo
Renato é apresentado como técnico do Grêmio no dia 12 de agosto de 2010, como substituto de Silas. O Tricolor ocupava apenas a 18ª posição no Campeonato Brasileiro, com 12 pontos. A estreia, no entanto, é amarga: Goiás 2 a 0 no Olímpico e Tricolor fora da Copa Sul-Americana.

A primeira vitória
Com dois gols de William Magrão, o Grêmio vence o Goiás, desta vez pelo Campeonato Brasileiro, no Olímpico, no dia 14 de agosto. É início da reação.

Arrancada e Libertadores
Com Renato no comando, o Grêmio vence 15 de 25 jogos no Campeonato Brasileiro, conquista o segundo turno e se garante na Libertadores de 2011. Duda Kroeff, cujo maior ídolo no Grêmio é Renato, é o presidente do Grêmio. Rui Costa é o diretor de futebol tricolor.

Ano de 2011 começa e decepções vão acontecendo
O ano começa com turbulências – saída de Jonas e "novela" Ronaldinho. Na sequência, o Grêmio é eliminado da Libertadores pela Universidad Católica (CHI) e perde o Gauchão para o rival Internacional em pleno Olímpico. Relação de Renato com o então presidente Paulo Odone já não era das melhores.

O pedido de demissão
Entre lágrimas, Renato Gaúcho pede demissão no dia 30 de junho de 2011. Ele encerra a sua primeira passagem como técnico do clube pelo qual é o maior ídolo com 34 vitórias, 16 empates e 16 derrotas em 66 partidas. Um aproveitamento de 59,6% dos pontos.

Renato Portaluppi está em casa novamente. Além de ter voltado para o braços da torcida, o treinador, maior ícone gremista de todos os tempos, conta com um ambiente favorável para que a sua segunda passagem no comando do Grêmio seja vencedora – e duradoura. Se o clima entre Vanderlei Luxemburgo e a cúpula de futebol tricolor não era das melhores antes – apesar de Luxa negar atritos – a história agora é outra.

O Grêmio busca um título de expressão desde a Copa do Brasil de 2001. A pressão por esta taça existe e Renato sabe disso. Mas o respaldo que ele terá para desenvolver o seu trabalho é mais do que evidente. Fábio Koff, quase que um pai para o treinador, e o executivo Rui Costa, que era o diretor de futebol tricolor em 2010, quando Renato levou um desacreditado time à Libertadores, estarão ao seu lado.

Koff não poupou elogios para Renato ao apresentá-lo. Foi o ex-camisa 7 que tantas glórias proporcionou ao Grêmio na década de 1980 – incluindo a Libertadores e o Mundial Interclubes de 1983, quando também era o mandatário do Tricolor. A relação entre ambos é especial, já que Renato foi cabo eleitoral do atual presidente na última eleição e viu a derrota de Paulo Odone, que havia sido eleito em 2011 e buscava novo mandato.

Sem uma mudança de presidente como aconteceu em 2011 – quando Odone assumiu na vaga de Duda Kroeff, outro que nutre carinho especial por Renato –, ele terá condições de trabalhar sem pressão e, conforme o prometido pelo próprio, fazer o melhor pelo Grêmio.

OS ESPECIALISTAS SOBRE A VOLTA DE RENATO:

Ruy Carlos Ostermann, colunista do Zero Hora

"A chegada do Renato é uma forma de o Grêmio propor um renascimento, depois de muitas coisas terem se perdido neste primeiro semestre de 2013, sob o comando de Vanderlei Luxemburgo. O Tricolor aposta tanto em uma liderança diante da torcida, quanto em um trabalho de motivação que é característico de Renato como treinador".

Cristofer de Mattos, repórter do Jornal NH

"Renato Portaluppi é a alternativa que pode reunir o consenso da diretoria à empatia com o torcedor. Seu carisma devolve aos gremistas o sentimento de que o Grêmio pode voltar a deslanchar em campo.

Hilton Mombach, editor do Correio do Povo

"Após a parceria com a OAS, o Grêmio passou a precisar de alguém que conhecesse o Olímpico, e tivesse empatia com a torcida. Renato vai chamar o torcedor para a Arena, e, se o time fizer uma boa campanha como no Brasileiro de 2010, o estádio ficará cada vez mais cheio"

Vinícius Sinott, comentarista da Rádio Gauíba

"O Renato é ídolo para a torcida, mas chega ao Grêmio com um vestiário diferente em relação à passagem anterior. Não sei como ele vai lidar com tarimbados como Cris, Dida e Zé Roberto. Outro desafio é mostrar que não é treinador de tiro curto.

A 1ª PASSAGEM DE RENATO NO COMANDO DO GRÊMIO

A chegada de um ídolo
Renato é apresentado como técnico do Grêmio no dia 12 de agosto de 2010, como substituto de Silas. O Tricolor ocupava apenas a 18ª posição no Campeonato Brasileiro, com 12 pontos. A estreia, no entanto, é amarga: Goiás 2 a 0 no Olímpico e Tricolor fora da Copa Sul-Americana.

A primeira vitória
Com dois gols de William Magrão, o Grêmio vence o Goiás, desta vez pelo Campeonato Brasileiro, no Olímpico, no dia 14 de agosto. É início da reação.

Arrancada e Libertadores
Com Renato no comando, o Grêmio vence 15 de 25 jogos no Campeonato Brasileiro, conquista o segundo turno e se garante na Libertadores de 2011. Duda Kroeff, cujo maior ídolo no Grêmio é Renato, é o presidente do Grêmio. Rui Costa é o diretor de futebol tricolor.

Ano de 2011 começa e decepções vão acontecendo
O ano começa com turbulências – saída de Jonas e "novela" Ronaldinho. Na sequência, o Grêmio é eliminado da Libertadores pela Universidad Católica (CHI) e perde o Gauchão para o rival Internacional em pleno Olímpico. Relação de Renato com o então presidente Paulo Odone já não era das melhores.

O pedido de demissão
Entre lágrimas, Renato Gaúcho pede demissão no dia 30 de junho de 2011. Ele encerra a sua primeira passagem como técnico do clube pelo qual é o maior ídolo com 34 vitórias, 16 empates e 16 derrotas em 66 partidas. Um aproveitamento de 59,6% dos pontos.