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16/02/2015
15:49

Último colocado do Grupo A1 do primeiro turno do Campeonato Paraense e lanterna na classificação geral, zero ponto, o Remo tem chances reduzidas de conquistar uma vaga para a semifinal. Precisa vencer os dois jogos que restam e ainda torcer por uma combinação de resultados.

Ficar de fora da disputa o turno significa ter apenas com o returno com chances para garantir a participação na Série D do Brasileiro. Além disso, há uma clara possibilidade de prejuízo financeiro. Se ficar de fora do primeiro turno, o Leão Azul ficará sem jogar durante 18 dias.

Desde o começo do ano, a nova gestão do clube tenta garantir outros patrocinadores além do máster, o Governo do Estado, que banca a todos os outros times no Paraense. As negociações continuam e, por enquanto, ainda não foram fechadas. O grande problema é que, com as chances mínimas no turno, o fantasma de ficar mais uma vez sem futebol profissional no segundo semestre voltou a assombrar o Baenão. E, com ele, não só os possíveis patrocinadores passam a ter mais medo como as propostas ficam mais modestas.

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De acordo com José Lucas Neto, diretor de marketing do clube, os resultados ruins atrapalham em todos os sentidos. Mas, por causa do passado recente, o clube tem procurado maneiras de atrair parceiros sem que eles tenham prejuízo nos tempos de vacas magras, caso o time fique de fora do Campeonato Brasileiro.

- Maus resultados sempre atrapalham, pois qualquer patrocinador quer resultado. Mas, felizmente o Remo é uma marca poderosa. As empresas também ficam receosas de não fecharem e perderem espaço para outras, explicou o dirigente ao Liberal, que citou a forma como o clube tem negociado para conseguir a fidelidade das empresas, como se fosse um acordo de produtividade, igual aos são feitos com jogadores que vêm de lesões ou com comportamentos erráticos.

- As negociações que fazemos são por demanda, por competição. Combinamos um valor para o Paraense e outro para o Brasileiro. Se o time for para a final, também há um valor diferenciado. Se não tiver resultado, o Remo não ganha e o patrocinador não perde. Foi uma proposta que partiu do clube para atrair mais patrocinadores - completou Neto.

Por Tylon Maués (O Liberal)