icons.title signature.placeholder Guilherme Abrahão
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16/07/2013
07:08

Dez jogos, cinco como titular e cinco entre os reservas em pouco mais de seis meses. Nenhum gol. Nenhuma assistência. Foi com este retrospecto que acabou o ciclo de Fabián Monzón no Fluminense. Reforço contratado pelo presidente tricolor, Peter Siemsen, sem o aporte da Unimed, o argentino foi devolvido para o Lyon (FRA), clube com o qual tem contrato até o fim de 2014. Monzón foi liberado há cerca de duas semanas para resolver problemas particulares em Buenos Aires. Nesta segunda, o Flu comunicou aos franceses que não conta mais com o jogador para esta temporada.

O camisa 18 foi contratado em janeiro como um reforço para mostrar o poder de barganha do Flu, sem consultar a parceira e patrocinadora, Unimed-Rio. A negociação pelo lateral foi toda conduzida pelo presidente tricolor. Advogado de Jean-Michel Aulas na América do Sul, Peter Siemsen é também amigo pessoal do todo-poderoso do clube francês. A boa relação contribuiu para que o mandatário tricolor acertasse o empréstimo do jogador argentino até o fim do ano. Monzón foi indicado pelo gerente de futebol, Marcelo Teixeira.

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Em contrato, ficou estabelecido que o Lyon poderia negociar o jogador com qualquer clube europeu até o fim de junho sem o aval do Flu. Como nenhuma proposta chegou até esta data, nova negociação só poderia acontecer com a autorização tricolor. Não foi preciso. Devido aos problemas pessoais que o jogador vem passando, a diretoria do Fluminense achou por bem rescindir e perder mais uma peça do elenco. O substituto será o jovem Ronan, de 19 anos. Até o fim da semana, o argentino é aguardado nas Laranjeiras para rescindir o vínculo.

Na Itália, Monzón vem sendo especulado como possível reforço do Catania. Agora, o caminho está livre para o acerto.

FOLHA SALARIAL MAIS ENXUTA

Por ter sido pouco aproveitado no Fluminense, a saída de Monzón representa alívio para a folha salarial. O lateral-esquerdo era um dos poucos atletas do clube que não tinha vencimentos pagos pela Unimed. Assim, com a devolução do argentino para o Lyon, o Tricolor ganha um alívio mensal de cerca de R$ 100 mil, que era o salário do jogador, totalmente custeado pelo clube. Monzón é um dos atletas que está com os vencimentos de junho atrasados, assim como alguns funcionários.

Contratado em janeiro, o argentino chegou às Laranjeiras sem custos e deixa a equipe da mesma forma. O Flu só bancou o salário do jogador.

Dez jogos, cinco como titular e cinco entre os reservas em pouco mais de seis meses. Nenhum gol. Nenhuma assistência. Foi com este retrospecto que acabou o ciclo de Fabián Monzón no Fluminense. Reforço contratado pelo presidente tricolor, Peter Siemsen, sem o aporte da Unimed, o argentino foi devolvido para o Lyon (FRA), clube com o qual tem contrato até o fim de 2014. Monzón foi liberado há cerca de duas semanas para resolver problemas particulares em Buenos Aires. Nesta segunda, o Flu comunicou aos franceses que não conta mais com o jogador para esta temporada.

O camisa 18 foi contratado em janeiro como um reforço para mostrar o poder de barganha do Flu, sem consultar a parceira e patrocinadora, Unimed-Rio. A negociação pelo lateral foi toda conduzida pelo presidente tricolor. Advogado de Jean-Michel Aulas na América do Sul, Peter Siemsen é também amigo pessoal do todo-poderoso do clube francês. A boa relação contribuiu para que o mandatário tricolor acertasse o empréstimo do jogador argentino até o fim do ano. Monzón foi indicado pelo gerente de futebol, Marcelo Teixeira.

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Na Itália, Monzón vem sendo especulado como possível reforço do Catania. Agora, o caminho está livre para o acerto.

FOLHA SALARIAL MAIS ENXUTA

Por ter sido pouco aproveitado no Fluminense, a saída de Monzón representa alívio para a folha salarial. O lateral-esquerdo era um dos poucos atletas do clube que não tinha vencimentos pagos pela Unimed. Assim, com a devolução do argentino para o Lyon, o Tricolor ganha um alívio mensal de cerca de R$ 100 mil, que era o salário do jogador, totalmente custeado pelo clube. Monzón é um dos atletas que está com os vencimentos de junho atrasados, assim como alguns funcionários.

Contratado em janeiro, o argentino chegou às Laranjeiras sem custos e deixa a equipe da mesma forma. O Flu só bancou o salário do jogador.