icons.title signature.placeholder Guilherme Palenzuela
icons.title signature.placeholder Guilherme Palenzuela
03/07/2013
07:03

Se para o São Paulo a Recopa Sul-Americana representa uma oportunidade para fazer as pazes com a torcida após o primeiro semestre de fracassos, para Ney Franco o torneio significa um marco. O resultado na competição contra o Corinthians será o pleno alívio para continuar o trabalho à frente do time, ou a gota d'água e provável demissão.

É enorme a pressão que sofre o presidente Juvenal Juvêncio pela demissão de Ney Franco. As reclamações de seus próprios diretores começam pelas trocas constantes no time, passam pelas diversas indisposições entre comissão técnica e elenco e terminam na péssima campanha na Libertadores. Hoje, o diretor de futebol Adalberto Baptista é o único que defende a permanência. Juvenal, indeciso, decide ainda dar respaldo à opinião de seu braço-direito.

Os mesmos que reclamam de Ney Franco e pedem a troca dizem que será insustentável a situação do treinador em caso de derrota. A Recopa não é um torneio de grande expressão, mas será contra o Corinthians, rival contra o qual esta diretoria não admite perder em um torneio internacional, do tipo que marca a história recente do São Paulo, como a Libertadores e o Mundial. Ney Franco já sabe, também, do que deverá acontecer caso perca.

Mesmo se o Corinthians sagrar-se campeão, o São Paulo deve viajar para as competições amistosas na Europa e para a Copa Suruga com Ney Franco no comando. Nesta quarta, no Morumbi, acontece o primeiro jogo da Recopa, mas a volta só ocorrerá no dia 17. Dali, mais três jogos antes da viagem para a Alemanha. Com o calendário apertado, seria inviável trocar de treinador a tempo de manter a programação para as disputas das Copas Audi, Eusébio e Suruga. A mudança, segundo dirigentes, só aconteceria, então, após a volta do Japão.

Ney Franco, no entanto, será alçado a condição completamente distinta de levantar o título da Recopa. O troféu anularia os argumentos dos críticos da diretoria, e tornaria sua demissão descabida após a conquista. Toda a turbulência se transformaria em paz para trabalhar no São Paulo. De quebra, ainda acabaria com o tabu do São Paulo de 13 anos sem eliminar o Corinthians de uma competição de mata-mata. Se vencer nesta quarta-feira, já se iguala, também, a Muricy Ramalho, como o técnico que mais vezes venceu o Corinthians na história recente do clube. Seriam três vitórias. Terceiro triunfo que pode garantir, além de uma taça, a manutenção do emprego.

Se para o São Paulo a Recopa Sul-Americana representa uma oportunidade para fazer as pazes com a torcida após o primeiro semestre de fracassos, para Ney Franco o torneio significa um marco. O resultado na competição contra o Corinthians será o pleno alívio para continuar o trabalho à frente do time, ou a gota d'água e provável demissão.

É enorme a pressão que sofre o presidente Juvenal Juvêncio pela demissão de Ney Franco. As reclamações de seus próprios diretores começam pelas trocas constantes no time, passam pelas diversas indisposições entre comissão técnica e elenco e terminam na péssima campanha na Libertadores. Hoje, o diretor de futebol Adalberto Baptista é o único que defende a permanência. Juvenal, indeciso, decide ainda dar respaldo à opinião de seu braço-direito.

Os mesmos que reclamam de Ney Franco e pedem a troca dizem que será insustentável a situação do treinador em caso de derrota. A Recopa não é um torneio de grande expressão, mas será contra o Corinthians, rival contra o qual esta diretoria não admite perder em um torneio internacional, do tipo que marca a história recente do São Paulo, como a Libertadores e o Mundial. Ney Franco já sabe, também, do que deverá acontecer caso perca.

Mesmo se o Corinthians sagrar-se campeão, o São Paulo deve viajar para as competições amistosas na Europa e para a Copa Suruga com Ney Franco no comando. Nesta quarta, no Morumbi, acontece o primeiro jogo da Recopa, mas a volta só ocorrerá no dia 17. Dali, mais três jogos antes da viagem para a Alemanha. Com o calendário apertado, seria inviável trocar de treinador a tempo de manter a programação para as disputas das Copas Audi, Eusébio e Suruga. A mudança, segundo dirigentes, só aconteceria, então, após a volta do Japão.

Ney Franco, no entanto, será alçado a condição completamente distinta de levantar o título da Recopa. O troféu anularia os argumentos dos críticos da diretoria, e tornaria sua demissão descabida após a conquista. Toda a turbulência se transformaria em paz para trabalhar no São Paulo. De quebra, ainda acabaria com o tabu do São Paulo de 13 anos sem eliminar o Corinthians de uma competição de mata-mata. Se vencer nesta quarta-feira, já se iguala, também, a Muricy Ramalho, como o técnico que mais vezes venceu o Corinthians na história recente do clube. Seriam três vitórias. Terceiro triunfo que pode garantir, além de uma taça, a manutenção do emprego.