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08/07/2013
09:10

Apagado diante da Portuguesa, no empate do último sábado, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro, Diego Souza chamou a atenção do público presente no Estádio do Canindé no momento em que deixou o gramado. O atleta preferiu seguir para o vestiário, em vez de ficar com o restante dos companheiros no banco de reservas.

Ao término do jogo com a Lusa, o técnico Marcelo Oliveira comentou a situação e assegurou que não se preocupa com as reclamações do camisa 10, mas, sim, com o restante da equipe.

– Não me preocupo com isso. Eu me preocupo com o time como um todo e com o coletivo. Eu tenho a convicção de trocar quando achar necessário. Eu nem percebi isso, estava muito envolvido com o jogo. Qualquer jogador que entra para jogar pode ser substituído se eu achar que não está jogando bem – disse o comandante.

E MAIS:
> Grupo do Cruzeiro se esquece de empate com a Lusa e foca a Copa do Brasil
> Técnico do Cruzeiro admite: ‘Queríamos uma atuação melhor com a Lusa’

O descontentamento do meia-atacante, segundo o próprio, não foi devido à substituição, mas, sim, por conta de uma lesão no tornozelo.

– Ninguém gosta de sair. Não tenho porquê reclamar. Todo jogador quer estar em campo e sair vencedor. Não tem nada de mal estar. Fui para o vestiário porque estava com o tornozelo inchado e fui para iniciar o tratamento – comentou, em entrevista à Rádio Itatiaia.

Com gol de ex-santista, Cruzeiro arranca empate diante da Lusa

Apagado diante da Portuguesa, no empate do último sábado, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro, Diego Souza chamou a atenção do público presente no Estádio do Canindé no momento em que deixou o gramado. O atleta preferiu seguir para o vestiário, em vez de ficar com o restante dos companheiros no banco de reservas.

Ao término do jogo com a Lusa, o técnico Marcelo Oliveira comentou a situação e assegurou que não se preocupa com as reclamações do camisa 10, mas, sim, com o restante da equipe.

– Não me preocupo com isso. Eu me preocupo com o time como um todo e com o coletivo. Eu tenho a convicção de trocar quando achar necessário. Eu nem percebi isso, estava muito envolvido com o jogo. Qualquer jogador que entra para jogar pode ser substituído se eu achar que não está jogando bem – disse o comandante.

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O descontentamento do meia-atacante, segundo o próprio, não foi devido à substituição, mas, sim, por conta de uma lesão no tornozelo.

– Ninguém gosta de sair. Não tenho porquê reclamar. Todo jogador quer estar em campo e sair vencedor. Não tem nada de mal estar. Fui para o vestiário porque estava com o tornozelo inchado e fui para iniciar o tratamento – comentou, em entrevista à Rádio Itatiaia.

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