icons.title signature.placeholder Aurino Leite
07/02/2015
15:45

Foi só a Federação de Futebol do Estado do Rio (Ferj) dar uma colher de chá e parar com as brigas fora de campo com os clubes para que os “espetáculos” tivessem um melhor rendimento. As atuações de Flamengo, Fluminense e Vasco provam isso, embora não tenham sido nada de outro mundo. De qualquer forma, é muito melhor falar de futebol quando temos que nos restringir ao que acontece dentro de campo. Falar de dirigentes do futebol brasileiro chega a dar alergia. Dos que comandam o futebol carioca, além alergia, dá asma, febre, dor de cabeça...

Então, vamos para a bola rolando. Apesar de estarmos entrando ainda na terceira rodada, ficou claro que o título vai ser disputado pelos grandes, salvo alguns tropeços, como foi com o Flamengo na primeira rodada, contra o Macaé, e o Botafogo na segunda, contra o Volta Redonda. No mais, em alguns jogos, veremos goleadas. Foi o que fizeram Flamengo (4 a 0 no Barra Mansa) e Fluminense (4 a 1 no Nova Iguaçu). O Vasco não goleou porque não quis e porque também falta aquele cara matador, como a dupla Fla-Flu tem, com Marcelo Cirino e Fred.


        Fluminense lidera o Campeonato Carioca (Foto: Paulo Sergio/LANCE!Press)

E vou me atrever a dizer ainda que a disputa pelo craque do campeonato vai ser quente. Além de Fred e Cirino, Wágner (caso assuma mesmo o posto de cérebro do time tricolor), Bernardo (se continuar só pensando em futebol), Marcinho (se também seguir a mesma orientação para o companheiro Bernardo) e Everton (se mantiver a pegada do fim do ano passado).

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Mordida da Ferj (não é do Leão)

Volto à Ferj, que a cada partida morde uma parcela da renda bruta. Num jogo com público pagante de 12.933 e renda de R$ 333.100,00, como foi Flamengo x Barra Mansa, a entidade comandada por Rubens Lopes, o Rubinho, mordeu uma boa (e põe boa nisso) porcentagem. Naturalmente, foi preciso um carro forte para levar a grana: R$ 31.856,00. Isto sem falarmos dos outros jogos. Que beleza, não?!