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22/08/2015
08:30

Marcos Rocha não está em sua melhor fase. Desde que voltou de leão, o jogador ainda não conseguiu recuperar o futebol digno de ser elogiado como o melhor do país em sua posição. Mas, para a partida deste domingo, contra o Palmeiras, o camisa 2 tem motivos de sobra para se motivar. Marcos Rocha fará sua 200ª partida com a camisa atleticana. Desejo especial para a ocasião? Balançar as redes.

- 1 a 0 com gol meu! Mas o importante é voltar a vencer para passar essa maré de azar, conseguir os três pontos para que possamos voltar a jogar com tranquilidade, sem a pressão interna que temos, para dar sequência no Brasileiro – comentou rapidamente e em tom de brincadeira, o jogador.

Cria das categorias de base atleticana, Marcos Rocha precisou ser emprestado e passar por times como Uberlândia, Ponte Preta e América-MG antes de finalmente conquistar a confiança do torcedor e se firmar no time alvinegro.

- Foi difícil, acho que outra pessoa no meu lugar não teria chegado nessa marca, 200 jogos no Atlético. Tive que sair, pegar experiência e quando voltei fui cobrado. Muitos não acreditavam que eu tinha condição de vestir a 2 do Atlético-MG. Dei a volta por cima graças ao Cuca, que me deu oportunidade (no Galo), e cheguei à Seleção. Depois, o Paulo Autuori, com quem aprendi muito, e agora com o Levir, que deixa a gente expressar nossa opinião. Não posso esquecer do Marcelo Oliveira, que meu trouxe para a base. Todos eles marcaram minha trajetória, e sou grato a essas pessoas – completou.

Marcos Rocha não está em sua melhor fase. Desde que voltou de leão, o jogador ainda não conseguiu recuperar o futebol digno de ser elogiado como o melhor do país em sua posição. Mas, para a partida deste domingo, contra o Palmeiras, o camisa 2 tem motivos de sobra para se motivar. Marcos Rocha fará sua 200ª partida com a camisa atleticana. Desejo especial para a ocasião? Balançar as redes.

- 1 a 0 com gol meu! Mas o importante é voltar a vencer para passar essa maré de azar, conseguir os três pontos para que possamos voltar a jogar com tranquilidade, sem a pressão interna que temos, para dar sequência no Brasileiro – comentou rapidamente e em tom de brincadeira, o jogador.

Cria das categorias de base atleticana, Marcos Rocha precisou ser emprestado e passar por times como Uberlândia, Ponte Preta e América-MG antes de finalmente conquistar a confiança do torcedor e se firmar no time alvinegro.

- Foi difícil, acho que outra pessoa no meu lugar não teria chegado nessa marca, 200 jogos no Atlético. Tive que sair, pegar experiência e quando voltei fui cobrado. Muitos não acreditavam que eu tinha condição de vestir a 2 do Atlético-MG. Dei a volta por cima graças ao Cuca, que me deu oportunidade (no Galo), e cheguei à Seleção. Depois, o Paulo Autuori, com quem aprendi muito, e agora com o Levir, que deixa a gente expressar nossa opinião. Não posso esquecer do Marcelo Oliveira, que meu trouxe para a base. Todos eles marcaram minha trajetória, e sou grato a essas pessoas – completou.