icons.title signature.placeholder David Nascimento
02/06/2014
07:30

Um ingênuo devaneio. Assim pode ser definida a ideia que a diretoria do Flamengo tinha de poder trabalhar tranquila e com o time fora da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro durante a paralisação para a Copa do Mundo. A goleada sofrida neste domingo para o Cruzeiro não só deixou o Rubro-Negro na penúltima colocação da competição, como transformou o sonho em um terrível pesadelo.

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Enquanto os jogadores estarão de folga até o dia 15 de junho, a pressionada diretoria, juntamente com o técnico Ney Franco, terá de trabalhar intensamente para inverter uma situação completamente desconfortável. Para o treinador, inclusive, será necessário que o clube recomece do zero.

– Na realidade, o trabalho vai ter de ser reconstruído, começar do zero. Essa parada não serve apenas para ajustar a equipe em um plano tático. O Flamengo deixou de ser time que atropela para ser atropelado. É um trabalho em um momento difícil de remontagem de equipe, com a possibilidade real de chegada de outros atletas – disse o técnico.

De acordo com Felipe Ximenes, diretor de futebol recém-contratado, todos no clube precisam chamar a responsabilidade.

– Penso que todas as pessoas que estão dentro do Flamengo têm responsabilidade pelo momento atual. Vamos trabalhar para reforçar a equipe – disse o dirigente, que aproveitou para complementar:

– Temos de sentir o gosto amargo nesta má fase. A insatisfação tem de ser geral, tem de atingir a todos dentro do clube.

A diretoria, agora, terá aproximadamente um mês e meio para reforçar e preparar o elenco. O dia para saber se este trabalho será produtivo está definido: 16 de julho, quando o time enfrenta o Atlético-PR.

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