icons.title signature.placeholder Fellipe Lucena
20/07/2014
10:06

A relação entre Palmeiras e Vélez Sarsfield está estremecida. Miguel Calello, presidente do clube argentino, diz que segue sem ser procurado para conversar sobre o atacante Lucas Pratto e ainda mostrou-se incomodado por ter de falar frequentemente sobre o clube paulista.

- Não fomos procurados por ninguém do Palmeiras. A não ser que tenham ligado neste sábado, quando não havia ninguém no clube. Sou dirigente do Vélez, mas tenho de falar pelo Palmeiras - disse o mandatário, em contato com o LANCE!Net.

O Vélez faz jogo-duro, mas precisa de dinheiro e sinalizou ao estafe de Pratto uma redução na pedida: diminuiu de 5 milhões de euros (R$ 15 milhões) para pouco menos de 4 mi de euros (R$ 12 milhões).

O Verdão já fez duas ofertas e ouviu “não”: uma de 2,5 milhões de euros (quase R$ 8 milhões) por 50% dos direitos e outra de 3,5 milhões de euros (R$ 10,5 milhões) por 100%.

Há algumas semanas, as conversas mais frequentes para reforçar o ataque têm sido com Facundo Ferreyra, também argentino e ex-Vélez, atualmente no futebol ucraniano.

O "Olé", jornal esportivo do país vizinho, noticiou que o Palmeiras se dispôs a pagar 2 milhões de dólares (R$ 4,4 milhões) pelo meia Agustín Allione, de 19 anos, destaque do mesmo Vélez, que teria pedido o dobro. Calello nega e ironiza:

- Me parece que o Palmeiras está querendo levar todos os jogadores do Vélez. Gareca pode pedir, mas têm de falar conosco. Não falaram.

Allione joga pelo lado direito e seria uma alternativa ao colombiano Carbonero, do River (ARG), que Gareca indicou, mas irá à Europa – para a faixa central do gramado, o alvo palmeirense é Maxi Moralez, do Atalanta (ITA), outro que trabalhou com El Tigre em seu ex-clube.