icons.title signature.placeholder Michel Castelar e Rodrigo Lois
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10/07/2013
17:28

O Fluminense oficializou na tarde desta quarta-feira a parceria com o consórcio Complexo Maracanã Entretenimento S.A para a utilização do estádio pelos próximos 35 anos. O presidente do clube, Peter Siemsen, garantiu que não haverá custo pelo o uso do Maracanã, exceto o imposto sobre o serviço e o percentual pago a federação.

- Vamos jogar a custo zero. É um projeto conjunto de operação. Quadro móvel, emissão de ingresso, com nada disso o clube terá de arcar. O Fluminense está muito orgulhoso. A nação tricolor está orgulhosa de voltar para casa. Foram anos em que o Fluminense não teve casa, anos de grande brilhantismo esportivo, brigando por títulos, conquistando dois Brasileiros no Engenhão. Tenho orgulho de dizer que estamos voltando para casa - afirmou o mandatário tricolor.

O Fluminense poderá receber 56,6% da renda de público por jogo, o que representa 43 mil pessoas. Porém, o clube não terá participação na venda dos camarotes. O vínculo já está em vigor a partir do clássico contra o Vasco, marcado para o próximo dia 21 - justamente aniversário do Flu.

- A receita desses 43 mil lugares pertencerão ao Fluminense. Deste custo zero poderemos desenvolver um trabalho para vender esses lugares. Se vender tudo isso, todo jogo, vamos ter essa receita em todo jogo - afirmou Peter Siemsen.

Peter explica contrato do Maraca e comenta ambiente do estádio

Algumas questões não ficaram bem explicadas, como as negociações com Vasco e Botafogo, além de situações em que haveria um conflito de datas de jogos. Por outro lado, foi divulgado que há cláusulas de saída para a parceria, com pagamento de multa (o valor não foi anunciado). Outro tema abordado foi o adiamento da construção de um estádio próprio. Segundo o presidente do Fluminense, é mais vantajoso no momento utilizar o Maracanã, tanto a curto quanto a longo prazo.

Apesar de deixar claro o encantamento pela beleza do estádio após a reforma e exaltar o acordo do clube, Peter fez uma crítica e lembrou que os clubes cariocas deveriam ter participado do processo de licitação desde o início.

- Achei o Maracanã espetacular, mas não concordo com os clubes terem sido excluídos do processo de planejamento. Os clubes teriam que participar desde o início. Já enviei uma carta aberta ao governo do estado. Não que fôssemos participar para gerir. O que disse é que tínhamos de ter participado da discussão desde o início, a conversa para a negociação seria muito mais fácil, a convergência seria muito melhor - disse.

Além disso, quando foi perguntado sobre a possibilidade de o Consórcio ceder R$ 6 milhões para ajudar na construção do centro de treinamento do Fluminense, Peter Siemsen deixou claro em uma resposta breve e direta: "O CT é uma questão do Fluminense".

O Fluminense terá um lugar fixo para a torcida, um vestiário próprio e uma sala de atendimento fixa ao torcedor. Mas a infraestrutura ainda não foi transferida para o Maracanã. O clube também terá a liberdade para mandar determinados jogos fora do estádio, em outras praças que escolher.


O Fluminense oficializou na tarde desta quarta-feira a parceria com o consórcio Complexo Maracanã Entretenimento S.A para a utilização do estádio pelos próximos 35 anos. O presidente do clube, Peter Siemsen, garantiu que não haverá custo pelo o uso do Maracanã, exceto o imposto sobre o serviço e o percentual pago a federação.

- Vamos jogar a custo zero. É um projeto conjunto de operação. Quadro móvel, emissão de ingresso, com nada disso o clube terá de arcar. O Fluminense está muito orgulhoso. A nação tricolor está orgulhosa de voltar para casa. Foram anos em que o Fluminense não teve casa, anos de grande brilhantismo esportivo, brigando por títulos, conquistando dois Brasileiros no Engenhão. Tenho orgulho de dizer que estamos voltando para casa - afirmou o mandatário tricolor.

O Fluminense poderá receber 56,6% da renda de público por jogo, o que representa 43 mil pessoas. Porém, o clube não terá participação na venda dos camarotes. O vínculo já está em vigor a partir do clássico contra o Vasco, marcado para o próximo dia 21 - justamente aniversário do Flu.

- A receita desses 43 mil lugares pertencerão ao Fluminense. Deste custo zero poderemos desenvolver um trabalho para vender esses lugares. Se vender tudo isso, todo jogo, vamos ter essa receita em todo jogo - afirmou Peter Siemsen.

Peter explica contrato do Maraca e comenta ambiente do estádio

Algumas questões não ficaram bem explicadas, como as negociações com Vasco e Botafogo, além de situações em que haveria um conflito de datas de jogos. Por outro lado, foi divulgado que há cláusulas de saída para a parceria, com pagamento de multa (o valor não foi anunciado). Outro tema abordado foi o adiamento da construção de um estádio próprio. Segundo o presidente do Fluminense, é mais vantajoso no momento utilizar o Maracanã, tanto a curto quanto a longo prazo.

Apesar de deixar claro o encantamento pela beleza do estádio após a reforma e exaltar o acordo do clube, Peter fez uma crítica e lembrou que os clubes cariocas deveriam ter participado do processo de licitação desde o início.

- Achei o Maracanã espetacular, mas não concordo com os clubes terem sido excluídos do processo de planejamento. Os clubes teriam que participar desde o início. Já enviei uma carta aberta ao governo do estado. Não que fôssemos participar para gerir. O que disse é que tínhamos de ter participado da discussão desde o início, a conversa para a negociação seria muito mais fácil, a convergência seria muito melhor - disse.

Além disso, quando foi perguntado sobre a possibilidade de o Consórcio ceder R$ 6 milhões para ajudar na construção do centro de treinamento do Fluminense, Peter Siemsen deixou claro em uma resposta breve e direta: "O CT é uma questão do Fluminense".

O Fluminense terá um lugar fixo para a torcida, um vestiário próprio e uma sala de atendimento fixa ao torcedor. Mas a infraestrutura ainda não foi transferida para o Maracanã. O clube também terá a liberdade para mandar determinados jogos fora do estádio, em outras praças que escolher.