icons.title signature.placeholder Marcelo Damato
26/06/2014
14:01

A punição da Fifa ao atacante Luis Suárez, pela mordida no zagueiro italiano Chiellini, tem causado polêmica. Insatisfeito com a suspensão de nove jogos ao centroavanate, o presidente da federação uruguaia de futebol, Wilmar Waldez, garantiu, na tarde desta quinta-feira, que irá recorrer à decisão da entidade.

Segundo o mandatário, os advogados da federação uruguaia já estão analisando uma maneira para entrar com um recurso ainda nesta quinta-feira. A inteção, inclusive, é a de que Suárez seja liberado para jogar contra a Colômbia, neste sábado, no Maracanã, pelas oitavas de final da Copa do Mundo.

- Não há provas suficientes para a punição. É uma punição muito exagerada. Em outros casos semelhantes, a Fifa adotou outro critério. No jogo Fraça e Equador, o atleta dfrancês deu uma cotovelada e nada foi feito. Outros casos também ocorreram. Ainda hoje (quinta-feira), vamos entrar com um recurso para que o Suárez jogue a próxima partida - disse Waldez, em entrevista concedida no hotel em que está hospedado, no bairro de Copacabana.

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Apesar da revoltada gerada pela punição a Luis Suárez, o presidente garante que a seleção não irá abandonar o Mundial.

- Mesmo com todos os protestos, o Uruguai não vai sair da Copa do Mundo, pois podemos acabar sofrendo uma punição ainda pior. Nós não concordamos com a decisão da Fifa, mas precisamos respeitá-la - salientou o mandatário, que ainda falou sobre a situação psicológico do centroavante:

- Luis Suárez está muito abatido, abalado. Caso nada mude, há a possibilidade de mandarmos o jogador ao Uruguai, para que ele fique com a família.

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