icons.title signature.placeholder Eduardo Mendes, Maurício Oliveira e Thiago Salata
25/06/2014
11:52


O presidente da CBF, José Maria Marin, chegou na manhã desta quarta-feira na Granja Comary, em Teresópolis (RJ). Como no último dia 30 de maio, desembarcou de helicóptero, foi recebido por funcionários da entidade e levado para a concentração.

Marin deve acompanhar o treino da Seleção Brasileira às 13h. O horário do treino foi antecipado para adaptar os jogadores às condições do jogo contra o Chile, na mesm hora do próximo sábado, no Mineirão, pelas oitavas de final da Copa do Mundo. O almoço foi servido mais cedo, às 10h, também para adaptar os atletas.

Na última segunda-feira, Marin assistiu ao jogo ao lado do vice e sucessor já eleito da presidência, Marco Polo Del Nero, e do governador do Distrito Federal, Agnello Queiroz, no Mané Garrincha, que consumiu quase R$ 2 bilhões na reforma, o estádio mais caro do Mundial.

– A Seleção Brasileira mostrou mais uma vez o quanto está empenhada nessa campanha. Todos, jogadores e comissão técnica, estão de parabéns – disse Marin, ao site da CBF.

Também no Mané Garrincha, Marin fez marketing com a visita do Príncipe Harry, o quarto na linha de sucessão ao trono britânico, que foi ao estádio acompanhado do Ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo.

Quem continua mantendo distância de José Maria Marin é a presidenta Dilma Rousseff. Desde que assumiu a presidência, sucedendo Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma evita aparecer em fotos ao lado do presidente da CBF. Os antecedentes políticos dos dois explicam a má relação. A presidenta foi presa e torturada pelo Governo Militar no início da década de 1970. Marin foi governador de São Paulo entre maio de 1982 e março de 1983, penúltima gestão do regime militar.



O presidente da CBF, José Maria Marin, faz marketing com o Príncipe Harry, no Mané Garrincha,
enquanto a presidenta Dilma Rousseff mantém distância (Foto: Divulgação/CBF)