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13/02/2015
12:50

O presidente do Barcelona, Josep Maria Bartomeu, depôs nesta sexta-feira para a Audiência Nacional da Espanha sobre o "caso Neymar". Na presença do juiz Pablo Ruz, o dirigente negou o delito fiscal de que é acusado, e jogou a culpa para o seu antecessor, Sandro Rosell, que acabou renunciando quando o escândalo explodiu. Segundo ele, a responsabilidade é atribuível a outro ano, e não ao seu como mandatário do clube catalão.

A acusação é de crime fiscal na contratação de Neymar, há um ano e meio. Entre outras acusações, que não estiveram em pauta desta vez, Bartomeu é acusado de sonegar 2,6 milhões de euros (R$ 8,3 milhões) em 2014. Ele teria deixado de aplicar o valor dos impostos do craque já sendo residente na Espanha, que seria de 56%, mas utilizou os números brasileiros, que são de 24%.

Bartomeu prestou o seu depoimento durante três horas. Segundo fontes da EFE, que escutou pessoas presentes à cerimônia, o dirigente explicou que não interveio poque considerou os sete contratos legais.

O Barcelona, como pessoa jurídica, também foi chamado para depor no mesmo tribunal. Foi a primeira vez na Espanha que um clube precisou responder sobre delito fiscal.