icons.title signature.placeholder LANCEPRESS!
24/03/2014
10:50

O prefeito de Porto Alegre, José Fortunati (PDT-RS), falou com "angústia" do impasse entre o Internacional e a esfera pública para a construção de estruturas temporárias no Beira Rio para a Copa do Mundo. A única alternativa, segundo o prefeito, seria dar incentivos fiscais a empresas que bancarem as obras, o que propõe um projeto de lei para liberar os recursos públicos que está parado na Assembleia.

- É o gargalo da Copa, uma situação difícil. Isso, sim, preocupa, não as obras no entorno. O que me angustia são as estruturas temporárias. Se o projeto não for votado, não teremos Copa em Porto Alegre. Não tem plano B, nem C, nem Z - disse Fortunati à Rádio Gaúcha.

O impasse se dá pelo entendimento do Internacional de que não deve arcar com os custos das estruturas temporárias, enquanto o poder público se recusa a gastar mais dinheiro no estádio. A Fifa espera a resolução, e já reclamou publicamente do atraso nas obras da nova arena.

O Ministério Público do Rio Grande do Sul já avisou que, mesmo que dinheiro público seja liberado, o clube terá de ressarcir o Estado após a Copa. O presidente colorado Giovanni Luigi falou sobre o imbróglio.

- Existe sim um risco grande de perdermos a Copa aqui no Rio Grande do Sul. As estruturas não são de competência do Inter. E, se não for definido, existe sim a possibilidade de não ter Copa em Porto Alegre - afirmou o presidente à Rádio Gaúcha.