icons.title signature.placeholder Diego Lima
07/02/2015
00:55

Rudá Franco, da equipe masculina de polo aquático do Sesi, é um dos principais jogadores do clube. Animado com o bom desempenho em 2014, o atacante relembrou o título sobre o Pinheiros, ano passado, numa partida eletrizante que só foi vencida nos pênaltis, em cima do time que o próprio atleta via como favorito a taça do torneio.

-  O time do Pinheiros era o favorito, porque vinha com sete jogadores convocados para a Seleção Brasileira. Mas vencemos.  A Liga, aliás, foi muito difícil. O Botafogo era forte, os dois jogos contra o Pinheiros nem se fala. mas a gente sabia que a final era um jogo só e que tudo podia acontecer.  Confiamos nos treinamentos e na parte tática e o time superou as expectativas - relembrou o jogador, sobre a trajetória da conquista da Liga Nacional

Agora, Rudá vive um momento de expectativa: uma vaga na Seleção. O atacante espera colher os frutos do título da Liga Nacional e assim, ser convocado e juntar-se ao seu companheiro de time, Gustavo Guimarães, o Grummy, vice-artilheiro da Liga Nacional, com 50 gols.

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- Esse ano  tem a Liga Mundial, tem a Super Final da Liga Mundial, caso o Brasil avance. Tem também o Pan-Americano e o Mundial, são muitos campeonatos. Espero poder participar - revelou o atleta, que serviu a Seleção este mês, porém não seguiu com a delegação para o Pré-Mundial, que vale vaga para o Mundial que será em Kazan, na Rússia, em agosto.

Para Rudá, o BRasil poderá chegar longe no Pan, já no Mundial, as pretensões são menores.

- No Pan-Americano, o foco será  tentar chegar a uma final e quem sabe, surpreender os Estados Unidos. E no Mundial, precisamos nos classificar no Pré. Avançando, seria muito bom ficar entre os oito melhores. Mas isso dependeria do cruzamento dos grupos e contrra quem jogaríamos, disse o atleta de  28 anos.

O atacante aproveitou para dizer o que pensa dos moldes da atual Liga Nacional, reforçando a ideia de outros atletas da modalidade, que acreditam que o polo aquático só irá evoluir de vez no Brasil, se houver grandes mudanças, estendendo o campeonato e trazendo atletas estrangeiros.

- O ideal era a gente ter uma liga mais longa, de seis a oito meses, que é o que acontece na Europa. Aqui treinamentos nove meses e jogamos dois meses e pronto. Trazer jogadores europeus para fortalecer as equipes e aumentar o nível do campeonato também ajudaria - finalizou.