icons.title signature.placeholder Caio Carrieri e Thiago Ferri
26/03/2014
07:06

A polícia já tem um suspeito na mira pelo ataque à sede do Avanti, programa de sócios-torcedores do Palmeiras, na última quinta-feira. Ainda em uma fase prematura do caso, os investigadores preferem não divulgar a identidade desta pessoa.

– Temos um nome (suspeito) ainda não confirmado. Estamos fazendo as verificações para confirmar se tal pessoa estava entre as três que iniciaram a baderna – explicou Marco Aurélio Batista, delegado do 23º DP, ao LANCE!Net.

Desde a semana passada, a polícia espera a chegada de imagens das câmeras de segurança dos prédios vizinhos para ter mais informações do quebra-quebra, já que a sede do Avanti não possui este tipo de gravação. Na semana passada, o clube chegou a recolher fitas de um edifício próximo, mas estas ainda não chegaram às mãos da polícia.

Os investigadores, porém, sabem da existência de um vídeo que pode ajudar no caso. Só que, como a gravação foi feita em VHS, a fonte vai antes convertê-las para DVD, e depois irá entregá-las à polícia. O delegado alega que o Palmeiras sabe da existência destas imagens também.

– Sabemos que a imagem existe, mas vamos esperar a transformação (para DVD) e depois vamos analisar. O Palmeiras está trabalhando junto conosco nesta operação – falou.

Segundo clube e polícia, três pessoas, incomodadas por não conseguirem comprar mais do que um ingresso para o jogo contra o Santos, iniciaram a destruição à sede do Avanti e um funcionário foi agredido – ele falou à polícia sob anonimato.

Na segunda, outros funcionários do programa de sócio-torcedor foram à delegacia para ajudar a investigação. Após o ataque, que atrapalhou a venda dos ingressos para o clássico na Vila, a sede do programa voltou ao funcionamento normal nessa terça. Segundo o que pessoas que trabalham no local disseram ao LANCE!Net, porém, o portão depredado fica fechado, e há também um segurança do Palmeiras na porta.