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23/07/2013
10:02

Sem vencer há dez jogos, o São Paulo acumula recordes negativos na temporada. Nesta quarta-feira, diante do Internacional, a maior sequência da história do clube sem vitórias pode ser igualada. As outras duas aconteceram em 1951 e 1986. Além disso, os próximos compromissos não são animadores.

Após o clube gaúcho, atual quarto colocado no Brasileirão, o calendário tricolor reserva o Corinthians, pelo Nacional. O clube do Morumbi não venceu o arquirrival no ano, foi eliminado na semifinal do Paulistão e perdeu a Recopa Sul-Americana para o Alvinegro.

Em seguida, encara o Bayern de Munique (ALE), atual vencedor da Liga dos Campeões, na Copa Audi. Na sequência, Milan (ITA) ou Manchester City (ING), pelo mesmo torneio. Depois é o Benfica (POR), vice-campeão da Liga Europa, pela Copa Eusébio. Por fim, viaja até o Japão para enfrentar o Kashima Antlers, válido pela Copa Suruga.

O meia Jadson reconhece as dificuldades no percurso já tortuoso do clube e destaca que o grupo precisa mudar o patamar em que está inserido. Com nove jogos disputados, o Tricolor  tem só oito pontos.

– A equipe não está bem, com um jogo a mais, um ponto na frente da zona de rebaixamento, momento difícil, mas só nós mesmos que podemos reverter. Situação desconfortável, sabemos disso e vamos tentar melhorar – declarou.

O acúmulo de confusões e maus desempenhos são ilustrados na fase. Em 1951 e 1986, o time ficou 11 jogos sem vencer - pior sequência da história do clube. Em aproveitamento,  teve 12% e 27% respectivamente. Tais números são superiores aos  quase 7% de agora, em dez partidas. Neste mês, não venceu.

Visivelmente, os jogadores demonstram intranquilidade com o período e ressaltam as tristeza e vergonha no ambiente tricolor. Nesta fase de crise, os atletas preferem se apegar à família e também conversam entre eles para evitar que a atual equipe seja rotulada por ainda mais recorde negativos.

Máquina de recordes negativos

Dez jogos sem vencer
O São Paulo está sem vencer há dez partidas. A última vitória ocorreu diante do Vasco, na segunda rodada do Brasileirão, no dia 29 de maio. Nesse período, são oito derrotas e dois empates. Em 1951 e 1986, o time ficou 11 partidas sem uma vitória. Amanhã, tal número pode ser alcançado ou evitado.

Sequência no Morumbi
Atuando como mandante, a atual fase é a pior da história do clube. No Morumbi, são cinco derrotas consecutivas (Goiás, Santos, Bahia e Cruzeiro, ambos pelo torneio nacional, e para o Corinthians, pela Recopa Sul-Americana). Anteriormente, o máximo de derrotas seguidas no estádio era três.

Derrotas consecutivas
São sete derrotas consecutivas nos últimos sete jogos disputados pela equipe do Morumbi. A sequência superou a antiga marca negativa, que era de seis. Os adversários que compõem essa fase são Flamengo (amistoso), Corinthians (duas vezes pela Recopa), Santos, Bahia, Vitória e Cruzeiro (Campeonato Brasileiro).

Campanha na Libertadores
A campanha dessa temporada é uma das piores do clube (33% de aproveitamento). A equipe perdeu todas as partidas fora de casa. No Morumbi, venceu Bolívar e The Strongest  além do Atlético-MG. Classificou-se na última rodada, como pior segundo colocado, e foi eliminado nas oitavas para o Galo.

Sem vencer há dez jogos, o São Paulo acumula recordes negativos na temporada. Nesta quarta-feira, diante do Internacional, a maior sequência da história do clube sem vitórias pode ser igualada. As outras duas aconteceram em 1951 e 1986. Além disso, os próximos compromissos não são animadores.

Após o clube gaúcho, atual quarto colocado no Brasileirão, o calendário tricolor reserva o Corinthians, pelo Nacional. O clube do Morumbi não venceu o arquirrival no ano, foi eliminado na semifinal do Paulistão e perdeu a Recopa Sul-Americana para o Alvinegro.

Em seguida, encara o Bayern de Munique (ALE), atual vencedor da Liga dos Campeões, na Copa Audi. Na sequência, Milan (ITA) ou Manchester City (ING), pelo mesmo torneio. Depois é o Benfica (POR), vice-campeão da Liga Europa, pela Copa Eusébio. Por fim, viaja até o Japão para enfrentar o Kashima Antlers, válido pela Copa Suruga.

O meia Jadson reconhece as dificuldades no percurso já tortuoso do clube e destaca que o grupo precisa mudar o patamar em que está inserido. Com nove jogos disputados, o Tricolor  tem só oito pontos.

– A equipe não está bem, com um jogo a mais, um ponto na frente da zona de rebaixamento, momento difícil, mas só nós mesmos que podemos reverter. Situação desconfortável, sabemos disso e vamos tentar melhorar – declarou.

O acúmulo de confusões e maus desempenhos são ilustrados na fase. Em 1951 e 1986, o time ficou 11 jogos sem vencer - pior sequência da história do clube. Em aproveitamento,  teve 12% e 27% respectivamente. Tais números são superiores aos  quase 7% de agora, em dez partidas. Neste mês, não venceu.

Visivelmente, os jogadores demonstram intranquilidade com o período e ressaltam as tristeza e vergonha no ambiente tricolor. Nesta fase de crise, os atletas preferem se apegar à família e também conversam entre eles para evitar que a atual equipe seja rotulada por ainda mais recorde negativos.

Máquina de recordes negativos

Dez jogos sem vencer
O São Paulo está sem vencer há dez partidas. A última vitória ocorreu diante do Vasco, na segunda rodada do Brasileirão, no dia 29 de maio. Nesse período, são oito derrotas e dois empates. Em 1951 e 1986, o time ficou 11 partidas sem uma vitória. Amanhã, tal número pode ser alcançado ou evitado.

Sequência no Morumbi
Atuando como mandante, a atual fase é a pior da história do clube. No Morumbi, são cinco derrotas consecutivas (Goiás, Santos, Bahia e Cruzeiro, ambos pelo torneio nacional, e para o Corinthians, pela Recopa Sul-Americana). Anteriormente, o máximo de derrotas seguidas no estádio era três.

Derrotas consecutivas
São sete derrotas consecutivas nos últimos sete jogos disputados pela equipe do Morumbi. A sequência superou a antiga marca negativa, que era de seis. Os adversários que compõem essa fase são Flamengo (amistoso), Corinthians (duas vezes pela Recopa), Santos, Bahia, Vitória e Cruzeiro (Campeonato Brasileiro).

Campanha na Libertadores
A campanha dessa temporada é uma das piores do clube (33% de aproveitamento). A equipe perdeu todas as partidas fora de casa. No Morumbi, venceu Bolívar e The Strongest  além do Atlético-MG. Classificou-se na última rodada, como pior segundo colocado, e foi eliminado nas oitavas para o Galo.