icons.title signature.placeholder Michel Castellar
23/02/2015
23:10

O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, disse que a meta de tratar 80% do esgoto despejado na Baía de Guanabara continua a ser perseguida. Mas, na manhã desta segunda-feira, admitiu que o Comitê Olímpico Internacional (COI) terá de entender caso o objetivo traçado para o local das competições de vela não seja atingido.

– Claro que sim (o COI irá entender). Vamos mostrar que estamos fazendo um legado para depois dos Jogos. Temos o compromisso de 80%. Queremos realizar, mas, se não ficar pronto, o importante é que já saímos de 17% para 49% – disse Pezão, ao sair do primeiro dia de reuniões com a Comissão de Coordenação do COI.

De acordo com o governador do Rio, com as obras previstas para a região da Baixada Fluminense, o índice acordado com o COI será alcançado. Até porque, além dessas ações de tratamento de esgoto, outras estão previstas para as regiões do entorno da Baía de Guanabara.

– Mas, se não chegar para a Olimpíada, vai chegar depois. Queremos que fique um legado para a população – destacou Pezão.

A construção da linha 4 do metrô (Barra da Tijuca/Zona Sul), outra obra sob a tutela do governo do estado, também foi defendida por Pezão. Ele assegurou que ela será entregue dentro do prazo e que informou isso aos avaliadores do COI.

– Convidei os membros do COI para assistirem à chegada do túnel à Praça Nossa Senhora da Paz (Ipanema). Já temos seis quilômetros de trilhos entre São Conrado e a Barra da Tijuca – considerou Pezão.

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