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03/04/2014
10:07

No último domingo, contra o Vasco, Peter Siemsen foi barrado ao tentar acessar a área de vestiários do Maracanã por não estar com uma credencial. Com a negativa, houve uma discussão e um segurança que o escoltava agrediu um dos responsáveis por zelar pelo acesso. Ontem, o presidente falou sobre a confusão. Segundo o mandatário, houve exagero por parte da empresa que cuida da segurança do estádio durante o incidente.

– O Maracanã é nossa casa. Temos nosso vestiário personalizado, a torcida tem o próprio lado e estamos esperando só a Copa do Mundo para abrir a loja oficial. E, quando o presidente do clube que se sente em casa é barrado, existe falta de treinamento e de habilidade da empresa que administra – disse o presidente.

Peter comentou, ainda, que aprova a volta da polícia, por meio do Gepe, para fazer a segurança nos estádio do Rio de Janeiro. Segundo o presidente tricolor, o modelou europeu de segurança ainda não pode ser implementado no Brasil devido um problema cultural.

– A empresa que faz a segurança do Maracanã ainda precisa evoluir bastante. Ouvi que o Gepe está voltando para o estádio, acho que é importante, caso aconteça. O Brasil ainda não evoluiu a cultura em um nível que funcione assim. Para evoluir, tem que haver um conjunto de trabalhos educativos, punitivos para que seja viável funcionar da maneira europeia – analisou.