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29/07/2013
19:36

Na entrevista coletiva em que anunciou oficialmente a saída do técnico Abel Braga, o presidente Peter Siemsen confirmou que o contrato do treinador não tem multa rescisória e falou sobre o momento financeiro que o clube vive, que é complicado por conta de uma decisão da Procuradoria em penhorar as receitas do Fluminense.

- Não existe. Ele tem contrato CLT por tempo indeterminado. Não é mais uma dívida do clube. Vivemos um ano complicado com uma situação ilegal e injusta da Procuradoria. Foi uma maneira errada de punir quem é honesto e no Brasil as vezes é crime ser honesto, fomos punidos. Trabalhamos duro para conseguir isso e pagamos mais de R$ 75 milhões em dívidas - disse.

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OPINE:
> Torcedor do Fluminense, quem você prefere que seja o novo técnico?

GALERIA:
> Relembre a passagem de Abel Braga no Fluminense

O contrato de Abel Braga com o Fluminense iria até o final do ano. Com a rescisão, o treinador e a comissão técnica teriam que receber o fundo de garantia, referente prevê as leis trabalhistas. Os custos do Tricolor nesse caso são de 30% do valor referente aos salários, os outros 70% são de responsabilidade da Unimed, patrocinadora do clube.

Sobre a penhora das receitas do clube, o presidente voltou a comentar sobre a forma injusta de como a Procuradoria agiu, mas se mostrou confiante em regularizar a situação, garantindo que vai colocar todas as contas em dia.

- Estamos aguardando a Timemania para pagar os impostos correntes e isto inclui o FGTS. O que não pudermos pagar vamos parcelar e colocar tudo em dia, como forma de retomar o projeto desde o início de cumprir. Fomos retaliados de forma injusta, depois de pagar tudo em dia. Este percalço não vai impedir de colocar tudo em dia e voltamos a ter a vida normal. Não vejo isto como problema - explicou.

Depois de derrotas seguidas, Abel Braga sai do Fluminense


Na entrevista coletiva em que anunciou oficialmente a saída do técnico Abel Braga, o presidente Peter Siemsen confirmou que o contrato do treinador não tem multa rescisória e falou sobre o momento financeiro que o clube vive, que é complicado por conta de uma decisão da Procuradoria em penhorar as receitas do Fluminense.

- Não existe. Ele tem contrato CLT por tempo indeterminado. Não é mais uma dívida do clube. Vivemos um ano complicado com uma situação ilegal e injusta da Procuradoria. Foi uma maneira errada de punir quem é honesto e no Brasil as vezes é crime ser honesto, fomos punidos. Trabalhamos duro para conseguir isso e pagamos mais de R$ 75 milhões em dívidas - disse.

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O contrato de Abel Braga com o Fluminense iria até o final do ano. Com a rescisão, o treinador e a comissão técnica teriam que receber o fundo de garantia, referente prevê as leis trabalhistas. Os custos do Tricolor nesse caso são de 30% do valor referente aos salários, os outros 70% são de responsabilidade da Unimed, patrocinadora do clube.

Sobre a penhora das receitas do clube, o presidente voltou a comentar sobre a forma injusta de como a Procuradoria agiu, mas se mostrou confiante em regularizar a situação, garantindo que vai colocar todas as contas em dia.

- Estamos aguardando a Timemania para pagar os impostos correntes e isto inclui o FGTS. O que não pudermos pagar vamos parcelar e colocar tudo em dia, como forma de retomar o projeto desde o início de cumprir. Fomos retaliados de forma injusta, depois de pagar tudo em dia. Este percalço não vai impedir de colocar tudo em dia e voltamos a ter a vida normal. Não vejo isto como problema - explicou.

Depois de derrotas seguidas, Abel Braga sai do Fluminense