icons.title signature.placeholder Thiago Bokel
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19/07/2013
09:06

Ao anunciar em uma rede social a renovação com o Corinthians, Emerson Sheik escreveu que "dinheiro nenhum o tiraria do clube". Na verdade, dinheiro foi justamente o que travou o acordo do jogador com o Flamengo.

Com o antigo contrato expirando no fim do ano, Sheik estava livre para negociar com qualquer outro clube. Flamengo e Vasco o procuraram e houve até uma proposta de R$ 400 mil do Rubro-Negro por um vínculo até o fim de 2015. A oferta encheu os olhos do staff do jogador, encabeçado pelo empresário Reinaldo Pitta. Como o Corinthians, até então, desejava apenas mais um ano de contrato, o Flamengo tomou a preferência e chegou a ficar apalavrado com o procurador.

Emerson, desde o início, disse que só se pronunciaria após a decisão da Recopa – vencida pelo Timão na quarta-feira. No fim de semana que antecedeu o jogo, porém, o rumo da negociação mudou.

Pitta procurou o Flamengo pedindo para que o salário de Sheik fosse igual ao do meia Carlos Eduardo, que gira em torno de R$ 500 mil. A atitude deixou o vice de futebol rubro-negro, Wallim Vasconcellos, contrariado, principalmente por existir uma tentativa de barganha. O dirigente, então, disse que "desta forma não teria mais negócio".

Na segunda-feira, o pessimismo já tomava conta dos dirigentes do Flamengo, que não acreditavam em um desfecho positivo da negociação. Publicamente, Pitta chegou a dizer que não queria comentar sobre propostas e que respeitava o Corinthians por tudo o que Emerson conquistou no clube. Na véspera da decisão sul-americana, a renovação foi anunciada e não surpreendeu os dirigentes rubro-negros. O lado financeiro selou o destino de Sheik.

Ao anunciar em uma rede social a renovação com o Corinthians, Emerson Sheik escreveu que "dinheiro nenhum o tiraria do clube". Na verdade, dinheiro foi justamente o que travou o acordo do jogador com o Flamengo.

Com o antigo contrato expirando no fim do ano, Sheik estava livre para negociar com qualquer outro clube. Flamengo e Vasco o procuraram e houve até uma proposta de R$ 400 mil do Rubro-Negro por um vínculo até o fim de 2015. A oferta encheu os olhos do staff do jogador, encabeçado pelo empresário Reinaldo Pitta. Como o Corinthians, até então, desejava apenas mais um ano de contrato, o Flamengo tomou a preferência e chegou a ficar apalavrado com o procurador.

Emerson, desde o início, disse que só se pronunciaria após a decisão da Recopa – vencida pelo Timão na quarta-feira. No fim de semana que antecedeu o jogo, porém, o rumo da negociação mudou.

Pitta procurou o Flamengo pedindo para que o salário de Sheik fosse igual ao do meia Carlos Eduardo, que gira em torno de R$ 500 mil. A atitude deixou o vice de futebol rubro-negro, Wallim Vasconcellos, contrariado, principalmente por existir uma tentativa de barganha. O dirigente, então, disse que "desta forma não teria mais negócio".

Na segunda-feira, o pessimismo já tomava conta dos dirigentes do Flamengo, que não acreditavam em um desfecho positivo da negociação. Publicamente, Pitta chegou a dizer que não queria comentar sobre propostas e que respeitava o Corinthians por tudo o que Emerson conquistou no clube. Na véspera da decisão sul-americana, a renovação foi anunciada e não surpreendeu os dirigentes rubro-negros. O lado financeiro selou o destino de Sheik.