icons.title signature.placeholder Bruno Andrade e Thiago Salata
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19/07/2013
07:00

Paulinho curte os últimos dez dias de férias no Brasil antes de embarcar para o novo desafio da sua carreira, na Inglaterra. O objetivo é repetir no Tottenham o mesmo sucesso que teve nos três anos de Corinthians. Do Paulistão ao Mundial, conquistou títulos, com gols decisivos, e tornou-se um dos jogadores mais amados pelos corintianos.

Antes de ir ao Pacaembu na quarta, onde viu de camarote a vitória do Timão por 2 a 0 para o São Paulo na final da Recopa, Paulinho abriu sua casa, na Zona Leste paulista, ao LANCE!Net. Falou do passado, presente, e futuro no Tottenham.

O volante quer mergulhar de cabeça no novo desafio no exterior para deixar enterrado os dramas que viveu na Europa em 2007 e 2008, quando sofreu com racismo na Lituânia, e pouco jogou na Polônia. Anos difíceis, que serviram de aprendizado para Paulinho crescer. Hoje mais forte, não há nada que o faça temer por problemas parecidos na Inglaterra.

- Vou levar as lembranças ruins para o resto da minha vida. Sofri muito com preconceito e com racismo na Lituânia. Logo na minha primeira partida começaram a imitar macaco, jogar moedas e algumas outras coisas. Quando ia passar com a minha esposa nas ruas, algumas pessoas ficavam esbarrando para que a gente revidasse de alguma forma, querendo arrumar algum tipo de briga ou discussão. Esses episódios me deixaram mal e me fizeram pensar na possibilidade de desistir do futebol. O racismo me derrubou, me arrebentou - afirmou.

Ídolo corintiano, Paulinho tenta se firmar como um dos grandes nomes da Seleção (Foto: Tom Dib)

Após a Copa das Confederações, Paulinho viajou a Londres para finalizar a transferência para o Tottenham. O sentimento por voltar a jogar na Europa foi completamente diferente.

- Eu me senti muito tranquilo, até mesmo porque os momentos foram completamente diferentes. Me senti muito bem assim que pisei na Inglaterra. Conheci o centro de treinamento do Tottenham, recebi o carinho das pessoas, fui recebido muito bem. Não tenho medo nenhum de sofrer preconceito novamente, tenho certeza que vai dar tudo certo nesta nova fase da minha carreira - contou o ex-corintiano.

Paulinho sorri à toa, orgulhoso com o que conquistou. Na quarta-feira, foi ovacionado por corintianos, mesmo sem entrar em campo na Recopa. Mas ficou com uma medalha. Coisas de um ídolo do Timão, certo?

- Mais ou menos... Não, não! Não me vejo como ídolo, mas respeito a opinião de quem me acha ídolo - contou Paulinho, que se aprofundou no tema e em outras questões, como o passado, a Seleção Brasileira e sobre como pretende adaptar-se ao estilo de vida inglês. Os principais trechos da entrevista você confere no LANCE!Digital.


Paulinho abraça Ibson na comemoração do título da Recopa (Foto: Eduardo Viana/LANCE!Press)


Paulinho curte os últimos dez dias de férias no Brasil antes de embarcar para o novo desafio da sua carreira, na Inglaterra. O objetivo é repetir no Tottenham o mesmo sucesso que teve nos três anos de Corinthians. Do Paulistão ao Mundial, conquistou títulos, com gols decisivos, e tornou-se um dos jogadores mais amados pelos corintianos.

Antes de ir ao Pacaembu na quarta, onde viu de camarote a vitória do Timão por 2 a 0 para o São Paulo na final da Recopa, Paulinho abriu sua casa, na Zona Leste paulista, ao LANCE!Net. Falou do passado, presente, e futuro no Tottenham.

O volante quer mergulhar de cabeça no novo desafio no exterior para deixar enterrado os dramas que viveu na Europa em 2007 e 2008, quando sofreu com racismo na Lituânia, e pouco jogou na Polônia. Anos difíceis, que serviram de aprendizado para Paulinho crescer. Hoje mais forte, não há nada que o faça temer por problemas parecidos na Inglaterra.

- Vou levar as lembranças ruins para o resto da minha vida. Sofri muito com preconceito e com racismo na Lituânia. Logo na minha primeira partida começaram a imitar macaco, jogar moedas e algumas outras coisas. Quando ia passar com a minha esposa nas ruas, algumas pessoas ficavam esbarrando para que a gente revidasse de alguma forma, querendo arrumar algum tipo de briga ou discussão. Esses episódios me deixaram mal e me fizeram pensar na possibilidade de desistir do futebol. O racismo me derrubou, me arrebentou - afirmou.

Ídolo corintiano, Paulinho tenta se firmar como um dos grandes nomes da Seleção (Foto: Tom Dib)

Após a Copa das Confederações, Paulinho viajou a Londres para finalizar a transferência para o Tottenham. O sentimento por voltar a jogar na Europa foi completamente diferente.

- Eu me senti muito tranquilo, até mesmo porque os momentos foram completamente diferentes. Me senti muito bem assim que pisei na Inglaterra. Conheci o centro de treinamento do Tottenham, recebi o carinho das pessoas, fui recebido muito bem. Não tenho medo nenhum de sofrer preconceito novamente, tenho certeza que vai dar tudo certo nesta nova fase da minha carreira - contou o ex-corintiano.

Paulinho sorri à toa, orgulhoso com o que conquistou. Na quarta-feira, foi ovacionado por corintianos, mesmo sem entrar em campo na Recopa. Mas ficou com uma medalha. Coisas de um ídolo do Timão, certo?

- Mais ou menos... Não, não! Não me vejo como ídolo, mas respeito a opinião de quem me acha ídolo - contou Paulinho, que se aprofundou no tema e em outras questões, como o passado, a Seleção Brasileira e sobre como pretende adaptar-se ao estilo de vida inglês. Os principais trechos da entrevista você confere no LANCE!Digital.


Paulinho abraça Ibson na comemoração do título da Recopa (Foto: Eduardo Viana/LANCE!Press)