icons.title signature.placeholder Guilherme Abrahão e Sérgio Arêas
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26/07/2013
06:34

O Fluminense vive um inferno astral no futebol e, principalmente, nas finanças. Mas o período de trevas está próximo do fim. Pelo menos no que diz respeito aos cofres do clube.

A penhora do valor que seria arrecadado com a venda do atacante Wellington Nem ao Shakhtar Donetsk (UCR), no início de junho, a pedido da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, congelou os pagamentos nas Laranjeiras.

Desde então, o presidente Peter Siemsen negocia, em Brasília, uma forma de reaver parte dos cerca de R$ 16 milhões retidos. E o acordo está bem próximo de ser anunciado.

– Estamos em processo de parcelamento da dívida de R$ 17 milhões e da volta à Timemania. Também tentamos fazer com que os R$ 16 milhões de cotas de TV penhorados sejam convertidos em pagamento de dívidas fiscais – disse Jackson Vasconcelos, diretor executivo geral do clube.

E MAIS
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Penhora de R$ 11 milhões atrapalha o Fluminense a investir no futuro

As principais dívidas fiscais, cerca de R$ 31 milhões, são relativas ao período de 2007 e 2010. Esses débitos causaram penhoras fiscais que bloquearam desde o prêmio do Brasileiro 2012 às cotas de TV e, mais recentemente, tudo que caberia ao clube da venda do atacante Wellington Nem. Devido a esses bloqueios, o Flu só teve em seus cofres verba para pagar salários, causando atrasos nas parcelas da Timemania e impostos, entre outros pagamentos. Mas há luz no fim do túnel.

– Fechamos 2011 com uma dívida de R$ 33 milhões. Já em 2012, abaixamos consideravelmente e fechamos o ano devendo R$ 3 milhões. Se resolvermos a situação da Timemania, que em breve deve acontecer nosso retorno, temos grande chance de fecharmos 2013 com as finanças equilibradas, incluindo o dinheiro da venda dos direitos econômicos de alguns jogadores – disse Jackson.

PENHORA POR DÍVIDA CÍVEL EM JOGOS

Após o clássico com o Vasco na reabertura do Maracanã, o Fluminense teve uma receita líquida de R$ 999.449,52, tendo deste valor R$ 141.156,11 penhorados por dívidas cíveis e não pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, conforme vem acontecendo com transações de jogadores e cotas de televisão.

– Em relação à penhora da bilheteria, em nada tem a ver com problemas da Receita Federal ou da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional. Este dinheiro penhorado no clássico, por exemplo, é referente a algumas dívidas cíveis. Anteriormente, eram em relação às dívidas trabalhistas, mas com o Ato Trabalhista não sofremos mais penhoras neste sentido – explicou o diretor executivo geral do Fluminense, Jackson Vasconcelos.

Enquanto o Fluminense não quitar definitivamente todas dívidas cíveis que possui, uma parte da renda de seus jogos como mandante será penhorada.

COM A PALAVRA
Jackson Vasconcelos, diretor geral do Fluminense ao LANCE!Net

'Podemos ter as finanças equilibradas'

"Não há liberação do dinheiro da penhora. O processo que o Fluminense está é de um parcelamento da dívida de R$ 17 milhões. Estamos também no processo de volta à Timemania, já que tinha sido alegado pela Receita Federal a falta do pagamento de algumas parcelas que já foram quitadas. Em relação ao dinheiro que já foi penhorado, este não volta mais aos nossos cofres. O que podemos fazer é convertê-lo em pagamento de dívidas fiscais, caso acabe o problema. É preciso considerar a evolução que tivemos. Fechamos 2011 com uma dívida de R$ 33 milhões. Já em 2012, abaixamos consideravelmente e fechamos o ano devendo R$ 3 milhões. Se resolvermos a situação da Timemania, que em breve deve acontecer nossa reinserção, temos grandes chances de fechar 2013 com as finanças equilibradas, incluindo o dinheiro da venda dos direitos econômicos de alguns jogadores. Nossa dívida era de R$ 31 milhões, deixada pela última gestão, e hoje temos cerca de R$ 17 milhões. O parcelamento vai ajudar e aliviar os cofres"

O Fluminense vive um inferno astral no futebol e, principalmente, nas finanças. Mas o período de trevas está próximo do fim. Pelo menos no que diz respeito aos cofres do clube.

A penhora do valor que seria arrecadado com a venda do atacante Wellington Nem ao Shakhtar Donetsk (UCR), no início de junho, a pedido da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, congelou os pagamentos nas Laranjeiras.

Desde então, o presidente Peter Siemsen negocia, em Brasília, uma forma de reaver parte dos cerca de R$ 16 milhões retidos. E o acordo está bem próximo de ser anunciado.

– Estamos em processo de parcelamento da dívida de R$ 17 milhões e da volta à Timemania. Também tentamos fazer com que os R$ 16 milhões de cotas de TV penhorados sejam convertidos em pagamento de dívidas fiscais – disse Jackson Vasconcelos, diretor executivo geral do clube.

E MAIS
Fluminense adota o silêncio sobre a penhora da venda de Wellington Nem
Flu irá esperar decisão judicial sobre penhora dos direitos de Nem 
Penhora de R$ 11 milhões atrapalha o Fluminense a investir no futuro

As principais dívidas fiscais, cerca de R$ 31 milhões, são relativas ao período de 2007 e 2010. Esses débitos causaram penhoras fiscais que bloquearam desde o prêmio do Brasileiro 2012 às cotas de TV e, mais recentemente, tudo que caberia ao clube da venda do atacante Wellington Nem. Devido a esses bloqueios, o Flu só teve em seus cofres verba para pagar salários, causando atrasos nas parcelas da Timemania e impostos, entre outros pagamentos. Mas há luz no fim do túnel.

– Fechamos 2011 com uma dívida de R$ 33 milhões. Já em 2012, abaixamos consideravelmente e fechamos o ano devendo R$ 3 milhões. Se resolvermos a situação da Timemania, que em breve deve acontecer nosso retorno, temos grande chance de fecharmos 2013 com as finanças equilibradas, incluindo o dinheiro da venda dos direitos econômicos de alguns jogadores – disse Jackson.

PENHORA POR DÍVIDA CÍVEL EM JOGOS

Após o clássico com o Vasco na reabertura do Maracanã, o Fluminense teve uma receita líquida de R$ 999.449,52, tendo deste valor R$ 141.156,11 penhorados por dívidas cíveis e não pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, conforme vem acontecendo com transações de jogadores e cotas de televisão.

– Em relação à penhora da bilheteria, em nada tem a ver com problemas da Receita Federal ou da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional. Este dinheiro penhorado no clássico, por exemplo, é referente a algumas dívidas cíveis. Anteriormente, eram em relação às dívidas trabalhistas, mas com o Ato Trabalhista não sofremos mais penhoras neste sentido – explicou o diretor executivo geral do Fluminense, Jackson Vasconcelos.

Enquanto o Fluminense não quitar definitivamente todas dívidas cíveis que possui, uma parte da renda de seus jogos como mandante será penhorada.

COM A PALAVRA
Jackson Vasconcelos, diretor geral do Fluminense ao LANCE!Net

'Podemos ter as finanças equilibradas'

"Não há liberação do dinheiro da penhora. O processo que o Fluminense está é de um parcelamento da dívida de R$ 17 milhões. Estamos também no processo de volta à Timemania, já que tinha sido alegado pela Receita Federal a falta do pagamento de algumas parcelas que já foram quitadas. Em relação ao dinheiro que já foi penhorado, este não volta mais aos nossos cofres. O que podemos fazer é convertê-lo em pagamento de dívidas fiscais, caso acabe o problema. É preciso considerar a evolução que tivemos. Fechamos 2011 com uma dívida de R$ 33 milhões. Já em 2012, abaixamos consideravelmente e fechamos o ano devendo R$ 3 milhões. Se resolvermos a situação da Timemania, que em breve deve acontecer nossa reinserção, temos grandes chances de fechar 2013 com as finanças equilibradas, incluindo o dinheiro da venda dos direitos econômicos de alguns jogadores. Nossa dívida era de R$ 31 milhões, deixada pela última gestão, e hoje temos cerca de R$ 17 milhões. O parcelamento vai ajudar e aliviar os cofres"