icons.title signature.placeholder Fabricio Crepaldi e Thiago Ferri
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11/07/2013
10:04

Foram quase dois meses de espera. Ao todo, serão exatamente 59 dias de distância. Mas nesta sexta, enfim, será a hora de o Palmeiras voltar a jogar no Pacaembu e estrear na Série B em sua casa. O adversário será o ABC, às 21h.

A última vez que atuou no local foi na fatídica eliminação da Libertadores para o Tijuana, dia 14 de maio, com o estádio lotado. Mas aquilo já ficou para trás e agora o objetivo é empurrar o time à Série A.

Apoio este que não foi o esperado nos quatro jogos fora da capital por conta da punição de perdas de mando. A média foi de apenas 6.390 pagantes por confronto nos duelos em Itu e Presidente Prudente. Já no Pacaembu neste ano a presença é quase o dobro (13.217 de média), o que garante muito mais apoio à equipe quando atua em sua casa.

A passagem pelo interior, inclusive, veio em péssima hora, já que o momento era de grande empatia entre o time e os palmeirenses. Nos últimos quatro jogos no Pacaembu, a média foi de 23.730, sobretudo por conta dos duelos na Libertadores.

A partir de agora, com a volta para a casa, o Verdão tem tudo para reeditar a fórmula de parceria com os torcedores que deu certo em 2003. O apoio da arquibancada foi o principal combustível para o acesso à Série A naquele ano, quando levou em média 18.626 pagantes ao Palestra Itália em 17 duelos no torneio.

Nesta sexta o torcedor da capital receberá uma equipe já embalada, que está no G4 e tem tudo para deslanchar na competição. Para isso, o volante Charles considera fundamental a ajuda dos alviverdes.

– Sabemos o quanto é difícil sair para jogar no interior. Gostamos de jogar dentro de casa, não tem jeito. Independentemente se estamos mostrando bom futebol ou não, garra não deixamos de mostrar. Nem sempre vai dar certo, nem sempre vamos vencer, mas a torcida vê isso. É de garra que ela gosta – disse.

A torcida começou o ano desconfiada do time, tanto que o Palmeiras chegou a ter prejuízo em alguns jogos no Pacaembu pela baixa renda.

A situação mudou. Sem punição, amanhã é dia de matar a saudade e começar a ajudar a reerguer o Verdão, como há dez anos. Até esta quarta, nove mil ingressos foram vendidos.

Info: Henrique Assale/Arte LANCE!

Confira a análise de Amir Somoggi, consultor de gestão e marketing membora da Academia LANCE!:

"Indiscutivelmente, a arrecadação em bilheteria é ligada diretamente à boa exploração que o clube tem dos seus jogos. O clube também lançou novamente o pacote de sócio-torcedor, o Avanti, mas acho que está falhando nesse aspecto, porque nessa época o Corinthians, depois de lançar o “Não vou ter abandonar” estava bombando na Série B. E agora o Palmeiras é o clube de mais visibilidade na Série B e tem de capitalizar o máximo. Tem de usar o retorno à Série A como apelo comercial através dos jogos e da venda de produtos e realizar campanhas para incentivar o torcedor.

O Palmeiras tem quatro aspectos que todo marqueteiro de clube queria ter nas mãos: a queda à Série B, se bem trabalhada, pode ser um fator de sucesso do clube; tinha a Libertadores, que poderia ter sido mais bem trabalhada; e tem ainda a abertura da arena e o centenário em 2014."

Foram quase dois meses de espera. Ao todo, serão exatamente 59 dias de distância. Mas nesta sexta, enfim, será a hora de o Palmeiras voltar a jogar no Pacaembu e estrear na Série B em sua casa. O adversário será o ABC, às 21h.

A última vez que atuou no local foi na fatídica eliminação da Libertadores para o Tijuana, dia 14 de maio, com o estádio lotado. Mas aquilo já ficou para trás e agora o objetivo é empurrar o time à Série A.

Apoio este que não foi o esperado nos quatro jogos fora da capital por conta da punição de perdas de mando. A média foi de apenas 6.390 pagantes por confronto nos duelos em Itu e Presidente Prudente. Já no Pacaembu neste ano a presença é quase o dobro (13.217 de média), o que garante muito mais apoio à equipe quando atua em sua casa.

A passagem pelo interior, inclusive, veio em péssima hora, já que o momento era de grande empatia entre o time e os palmeirenses. Nos últimos quatro jogos no Pacaembu, a média foi de 23.730, sobretudo por conta dos duelos na Libertadores.

A partir de agora, com a volta para a casa, o Verdão tem tudo para reeditar a fórmula de parceria com os torcedores que deu certo em 2003. O apoio da arquibancada foi o principal combustível para o acesso à Série A naquele ano, quando levou em média 18.626 pagantes ao Palestra Itália em 17 duelos no torneio.

Nesta sexta o torcedor da capital receberá uma equipe já embalada, que está no G4 e tem tudo para deslanchar na competição. Para isso, o volante Charles considera fundamental a ajuda dos alviverdes.

– Sabemos o quanto é difícil sair para jogar no interior. Gostamos de jogar dentro de casa, não tem jeito. Independentemente se estamos mostrando bom futebol ou não, garra não deixamos de mostrar. Nem sempre vai dar certo, nem sempre vamos vencer, mas a torcida vê isso. É de garra que ela gosta – disse.

A torcida começou o ano desconfiada do time, tanto que o Palmeiras chegou a ter prejuízo em alguns jogos no Pacaembu pela baixa renda.

A situação mudou. Sem punição, amanhã é dia de matar a saudade e começar a ajudar a reerguer o Verdão, como há dez anos. Até esta quarta, nove mil ingressos foram vendidos.

Info: Henrique Assale/Arte LANCE!

Confira a análise de Amir Somoggi, consultor de gestão e marketing membora da Academia LANCE!:

"Indiscutivelmente, a arrecadação em bilheteria é ligada diretamente à boa exploração que o clube tem dos seus jogos. O clube também lançou novamente o pacote de sócio-torcedor, o Avanti, mas acho que está falhando nesse aspecto, porque nessa época o Corinthians, depois de lançar o “Não vou ter abandonar” estava bombando na Série B. E agora o Palmeiras é o clube de mais visibilidade na Série B e tem de capitalizar o máximo. Tem de usar o retorno à Série A como apelo comercial através dos jogos e da venda de produtos e realizar campanhas para incentivar o torcedor.

O Palmeiras tem quatro aspectos que todo marqueteiro de clube queria ter nas mãos: a queda à Série B, se bem trabalhada, pode ser um fator de sucesso do clube; tinha a Libertadores, que poderia ter sido mais bem trabalhada; e tem ainda a abertura da arena e o centenário em 2014."