icons.title signature.placeholder Marcelo Braga
05/12/2013
08:00

Um mar preto e branco no Pacaembu. Com quase 29 mil torcedores, a Ponte Preta viveu uma noite de festa no empate por 1 a 1 com o Lanús (ARG), no primeiro jogo da decisão da Copa Sul-Americana, na noite de quarta-feira.

A começar pelo mosaico com as siglas A.A.P.P. (Associação Atlética Ponte Preta), formado por panos alvinegros que foram deixados nas cadeiras laranjas do estádio. Empolgados, os torcedores imitavam juntos a Macaca, mascote do clube, com gritos de "uh! uh! uh!" E cantavam: "Ponte, macaca querida, amor da minha vida, sou louco por você!"

O clima de decisão, em jogo que envolveu um clube brasileiro e um argentino, lembrou bastante o de um jogo de Copa do Mundo. Principalmente na hora da execução do hino nacional. Geralmente ignorado pela maioria dos torcedores dos grandes clubes nos estádios, a letra de Joaquim Osório Duque Estrada foi cantada em uma única voz, arrepiando os presentes. No intervalo, ainda houve tempo para uma animada ola.

 O gol de Goltz, é claro, deu um banho de água fria na animação no início do segundo tempo. Mas só por alguns segundos...Na sequência, nos braços da galera, a equipe de Campinas conseguiu chegar ao empate.

- Foi empolgante chegar ao estádio e ver o nosso torcedor nos apoiando o tempo todo. Vai ficar marcado na nossa carreira. Temos essa chance de título e eles estão junto conosco. Vamos buscar o título para eles - disse o meia Elias.

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