icons.title signature.placeholder Frederico Ribeiro
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16/07/2013
15:02

A Embaixada Brasileira em Assunção possui um secretário que deixará o coração de diplomata de lado na quarta-feira, na primeira final da Libertadores de 2013, entre Olimpia e Atlético-MG, no Defensores del Chaco. Mineiro de Belo Horizonte e torcedor fanático do Galo, Otávio Trindade, de 32 anos, revelou a ansiedade de ver o seu time de perto, mas ele terá de conter as emoções, pois ficará no meio de torcida do Decano.

- Sou atleticano e estarei no jogo diante do Olimpia, amanhã (quarta) no Defensores. Mas eu comprei um ingresso da torcida do Olimpia. Não é o ideal, mas irei me comportar da maneira mais segura possível, contendo um pouco a comemoração - afirmou o secretário, responsável pelos assunçõs diplomáticos da política interna do Paraguai.

Antes de chegar a Assunção, há dois meses, e se juntar aos outros 20 secretários da Embaixada Brasileira na cidade, Otávio deixou a Embaixada em Genebra, na Suíça, para permanecer um tempo em Brasília. Nesse período de alguns meses em solo brasileiro, o atleticano aproveitou o feriado de Corpus Christi para ver de perto o empate contra o Tijuana (MEX), nas quartas de final, e o milagre de Victor no pênalti marcado aos 46 minutos do segundo tempo:


Entrada da Embaixada do Brasil em Assunção (FOTO: Frederico Ribeiro)

- Eu estive no jogo contra o Tijuana, no Independência. Vi de perto aquele lance, estava no setor intermediário do Independência, perto da Galoucura (principal organizada do Alvinegro).

Otávio convive diariamente com torcedores do Olimpia e tem de ouvir preocupações. Mas ele acredita na força do Atlético-MG, que sabe aliar a "sorte de campeão" com a competência de um time que possui nomes como Ronaldinho, Réver, Bernard, Victor e Diego Tardelli.

- O Olimpia nos respeita, lembra que temos o Ronaldinho e que ganhamos deles na Conmebol de 1992. Acho que o Atlético tem condições de vencer. Se empatar com gols, melhor ainda - completou o diplomata, antes de ser lembrado que, na final, não existe a vantagem do gol marcado fora de casa. Então, ele prefere mesmo é que o Galo volte com um triunfo para casa.

A Embaixada Brasileira em Assunção possui um secretário que deixará o coração de diplomata de lado na quarta-feira, na primeira final da Libertadores de 2013, entre Olimpia e Atlético-MG, no Defensores del Chaco. Mineiro de Belo Horizonte e torcedor fanático do Galo, Otávio Trindade, de 32 anos, revelou a ansiedade de ver o seu time de perto, mas ele terá de conter as emoções, pois ficará no meio de torcida do Decano.

- Sou atleticano e estarei no jogo diante do Olimpia, amanhã (quarta) no Defensores. Mas eu comprei um ingresso da torcida do Olimpia. Não é o ideal, mas irei me comportar da maneira mais segura possível, contendo um pouco a comemoração - afirmou o secretário, responsável pelos assunçõs diplomáticos da política interna do Paraguai.

Antes de chegar a Assunção, há dois meses, e se juntar aos outros 20 secretários da Embaixada Brasileira na cidade, Otávio deixou a Embaixada em Genebra, na Suíça, para permanecer um tempo em Brasília. Nesse período de alguns meses em solo brasileiro, o atleticano aproveitou o feriado de Corpus Christi para ver de perto o empate contra o Tijuana (MEX), nas quartas de final, e o milagre de Victor no pênalti marcado aos 46 minutos do segundo tempo:


Entrada da Embaixada do Brasil em Assunção (FOTO: Frederico Ribeiro)

- Eu estive no jogo contra o Tijuana, no Independência. Vi de perto aquele lance, estava no setor intermediário do Independência, perto da Galoucura (principal organizada do Alvinegro).

Otávio convive diariamente com torcedores do Olimpia e tem de ouvir preocupações. Mas ele acredita na força do Atlético-MG, que sabe aliar a "sorte de campeão" com a competência de um time que possui nomes como Ronaldinho, Réver, Bernard, Victor e Diego Tardelli.

- O Olimpia nos respeita, lembra que temos o Ronaldinho e que ganhamos deles na Conmebol de 1992. Acho que o Atlético tem condições de vencer. Se empatar com gols, melhor ainda - completou o diplomata, antes de ser lembrado que, na final, não existe a vantagem do gol marcado fora de casa. Então, ele prefere mesmo é que o Galo volte com um triunfo para casa.