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30/03/2014
19:22

Se a sorte é de campeão, não se sabe. Fato é que para garantir a vaga na final do Campeonato Paulista, com a vitória por 3 a 2 sobre o Penapolense, na Vila Belmiro, o Santos contou com algo além de competência.

Rildo e Stéfano Yuri saíram do banco e foram decisivos na classificação instantes após entrar em campo. O primeiro deu assistência para o segundo gol, enquanto o outro marcou o tento da vitória, no fim da partida. Estrela? Competência? Oswaldo de Oliveira preferiu minimizar a sua importância.

- Sorte, só sorte, nada mais! - disse ainda no gramado da Vila Belmiro.

- Os jogadores estão alí para entrar, eu tenho usado o Stéfano também. Lá em Lins ele entrou e decidiu (contra o Linense). O Thiago fez aquela função contra ao Palmeiras e entrou bem. O Rildo é espetacular para criar as jogadas. Eu achei o Damião cansado, ele tem se exposto muito, não fica na área só para finalizar. O aspecto sorte também ajudou, de qualquer maneira eu fiquei feliz pelo que aconteceu - afirmou depois o treinador, em entrevista coletiva.

Dividindo os créditos, Oswaldo também atribuiu o resultado ao seu trabalho. Segundo ele, além das alterações ele ajudou a controlar os jogadores que estavam mais abatidos na hora do intervalo, caso por exemplo de David Braz, que falhou nos dois gols da equipe do interior.

- Falei do David Braz por causa da participação dele nos dois gols, mas teve Cicinho, Geuvânio também, jogadores que não estavam equilibrados para fazer isso. No intervalo, foi até mais mérito de equilibrar a equipe. Os gols foram consequências disso. Quando se equilibrou nosso time, desequilibrou o adversário, foi notório, eu sentia isso na equipe deles - finalizou.